Ontem, eu e Rosinha assistimos "Onde os fracos não têm vez", ganhador do último Oscar de Melhor Filme em 2008.A sinopse do filme diz: "Um texano comum, Llewelyn Moss encontra uma picape cercada por homens mortos com uma carga de heroína e dois milhões de dólares ainda na caçamba. Quando ele resolve pegar o dinheiro da malsucedida transação, dispara uma reação em cadeia de catastrófica violência que nem mesmo a lei, personificada no envelhecido e desiludido xerife Bell, pode conter."
Pois bem... o filme é uma DROGA! Em primeiro lugar, não há trilha sonora. Filme sem trilha sonora é sinônimo de chatice! Em segundo lugar, não tem final. Isso mesmo, não tem final. O filme termina com o xerife conversando com uma amiga sobre um sonho que teve com o pai e isso não acrescenta em nada o que você assiste durante as duas horas de vídeo.
A única coisa boa no filme é a atuação do espanhol Javier Bardem, na pele do assassino cruel que persegue o dito mocinho até quase o final do filme. Eu disse até quase o final porque o texano Llewelyn Moss morre com uma meia hora de vídeo restante. E pra piorar, nem morre nas mãos do seu perseguidor!
Os críticos de cinema consideram esse filme uma obra-prima dos irmãos Coen, dizendo que é o melhor trabalho da dupla desde Fargo. Pois bem, existe um corolário que diz "quando os críticos de cinema gostam de um filme é porque ele é uma bosta".
Se querem uma dica, passem longe desse filme. Não vale a pena alugá-lo; só assista se for emprestado e não tiver nada melhor pra fazer nas próximas duas horas. Aliás, é melhor assistir a programação da Globo do que ver essa idiotice de filme.
Mais informações:
Globo.com - a jornalista até se esforça pra puxar o saco do filme, mas os comentários dos leitores são unânimes: o filme não presta.
Omelete.com.br - já foi um bom site de informações sobre filmes e, dessa vez, puxou o saco diretamente dos irmãos Coen.