Os usuários de banda larga de Salvador há tempos esperam por uma concorrente à altura da Oi Telemar, esperançosos de que os preços ficassem mais competitivos e, consequentemente, mais baixos. Eu me consolava por aqui com uma conexão predial de apenas 300 kbps, que ficava igual a uma conexão discada de 56 kbps quando os adolescentes do prédio começavam a entrar na Internet também.
Em outubro desse ano, a GVT iniciou suas operações aqui em Salvador. Todos ficaram loucos para saber a área de cobertura da nova operadora e eu fui um deles. Para minha frustação, a região onde moro não estava na área de cobertura inicial; o jeito era esperar até que ficasse disponibilizado.
Mas...
Sábado retrasado eu vi os técnicos da GVT no meu condomínio instalando cabos pelo estacionamento. Era a minha salvação! Entrei no site da GVT para ver os preços e descobri um plano que poderia me atender: acesso à Internet de 1 Mbps durante o dia e 3 Mbps durante a noite e finais de semana por apenas R$ 59,90.
Assim como a Oi, o plano de Internet tem que vir acompanhado de um plano de linha telefônica fixa. Liguei na terça-feira passada para a Central de Vendas e conversei com a "moça" para ver um plano que encaixasse no meu perfil - falar mais no celular e pouco no fixo. Ela me ofereceu um plano de R$ 24,90 de créditos para qualquer tipo de ligação (local, longa distância ou celular), mais a Internet. Fiz o meu pedido e ela me deu um prazo de 10 dias para o Departamento Técnico verificar a viabilidade do serviço.
Na quinta-feira, me ligaram dizendo que podiam agendar a visita do técnico em minha casa para instalar o sinal. Marquei imediatamente para o sábado passado e aguardei ele chegar.
No sábado, o técnico chegou e foi colocando os cabos de fibra ótica até a caixa telefônica do meu andar no prédio. Em apenas duas horas, ele já tinha instalado o ponto de telefone no local onde indiquei e a linha já estava funcionando.
Como tudo não são flores, a GVT não dá modem ADSL e nem aluga. Engraçado que, na hora de vender, ninguém tinha me alertado sobre isso. Resultado: só pude começar a usufruir da Internet no domingo, após comprar um modem ADSL D-Link 800B.
Agora minha vida mudou (rs!) e deixei para trás os tempos de banda estreita na Internet. Consigo assistir meus vídeos e baixar meu e-mails numa velocidade que só pude presenciar na época em que trabalhei no CPD da UFBA, direto no backbone da Internet em Salvador (na época).
Recomendo a GVT a todos! Faço a propaganda porque quero mais é que a Oi demonstre um pouco de respeito aos seus clientes e ofereça o Velox a um preço mais aceitável. Se você, leitor, tem Velox e não está satisfeito, ligue agora mesmo para a GVT e peça a portabilidade numérica.
terça-feira, 23 de dezembro de 2008
terça-feira, 16 de dezembro de 2008
Liderança
A liderança é ingrata. Você coloca ideais, dedica tempo, motiva, incita, conversa, comanda, mas a atividade não reflete todo o seu entusiasmo. Às vezes, seria tão bom se o líder pudesse se clonar e, ele mesmo, tocar a maior parte dos projetos.Existe uma força invisível que opera permanentemente contra a atividade. É uma luta na qual se desenvolve a persistência e a força das lideranças contra essa força misteriosa que tudo quer paralisar, silenciar e adormecer. Em qualquer organização, grupo, atividade política, sempre há uma minoria de entusiasmados e uma maioria de semi-apagados. O líder então arca com o maior ônus que é motivar os demais; mas quem motiva o líder se não a correspondência dos outros?
A virtude do líder está em tomar para si a tarefa de fazer a mágica da atividade. A missão do líder é construir um sistema de motivação que baste por si só. Infelizmente, esse sistema de motivação é uma coisa difícil porque deve ser estudado e aplicado ao longo do tempo, na base da tentativa e erro, até que, finalmente, consiga manter-se por alguns meses largado à própria sorte.
O problema surge depois quando passa a existir, em cada grupo social, cultural ou político, uma coisa chamada impulso global. Quando o impulso global - a soma e a integração de todas os níveis de atividade - passa de um certo patamar, ultrapassa certa massa crítica, e dá-se então a mágica da atividade. Tudo, simplesmente, passa a funcionar.
Todavia, quando o impulso global fica abaixo de um determinado limiar, as forças antígonas vencem e engessam todo o projeto do líder; a inércia torna-se contagiante, até chegar na raiz do sistema de motivação. O líder sente-se como num deserto, sozinho, sem nada a que se apegar senão memórias. Como num barco em que todos dormem e começa a afundar, e ninguém parece preocupado com isso, as atividades cessam e sepultam-se na história.
Eu tenho consciência de que possuo uma característica de liderança e iniciativa. Mas estou cansado de tentar mudar o ambiente heterogêneo em que vivo todos os dias. Preciso de uma mudança radical em certas variáveis na função que rege o meu modo de ser, na minha personalidade. Preciso derivar e buscar outra equação para que possa voltar a sentir prazer em inovar e pesquisar soluções para os problemas que enfrento.
Contudo, não vou me entregar. Posso até estar paralisado, mas o pulso ainda pulsa. Só preciso achar o ponto da mudança.
Leia mais:
Liderança
Líder
segunda-feira, 15 de dezembro de 2008
As amizades são eternas
No último domingo, fui na casa de um velho amigo meu para entregar seu presente de casamento. Eu não conversava com ele havia anos. Quando nos encontramos, parecia que o tempo não tinha diminuído nossa amizade; ela permaneceu mesmo após o período de ausência física.
A correria imposta pelo modo de vida moderno obriga-nos freqüentemente a deixar de entrar em contato com as pessoas que são realmente importantes para nós. Conte agora mesmo quantos amigos e colegas de escola você não vê há pelo menos 1 ano? E há 5 anos? E 10 anos?
Felizmente, o sentimento verdadeiro da amizade prevalece. Ao reencontrarmos essas pessoas percebemos que o tempo não passou tanto assim. Em algumas horas colocamos todos os assuntos ausentes em dia e aparece sempre o gostinho de ficar mais um tempo conversando com a pessoa.
Mas o ritmo da vida moderna nos lembra de que temos que ir para continuarmos nossas tarefas. A vida nos impõe várias atividades também importantes. Quem saberá dizer quanto tempo mais ficaremos sem ver aquela pessoa?
A correria imposta pelo modo de vida moderno obriga-nos freqüentemente a deixar de entrar em contato com as pessoas que são realmente importantes para nós. Conte agora mesmo quantos amigos e colegas de escola você não vê há pelo menos 1 ano? E há 5 anos? E 10 anos?
Felizmente, o sentimento verdadeiro da amizade prevalece. Ao reencontrarmos essas pessoas percebemos que o tempo não passou tanto assim. Em algumas horas colocamos todos os assuntos ausentes em dia e aparece sempre o gostinho de ficar mais um tempo conversando com a pessoa.
Mas o ritmo da vida moderna nos lembra de que temos que ir para continuarmos nossas tarefas. A vida nos impõe várias atividades também importantes. Quem saberá dizer quanto tempo mais ficaremos sem ver aquela pessoa?
quinta-feira, 11 de dezembro de 2008
Risco
Em geral, as pessoas têm aversão ao risco. Tomamos nossas decisões conforme nossos medos, expectativas e ganâncias.Essa premissa é válida nas atividades humanas: mercado de ações, opções de estudo, escolha de emprego, com quem vamos nos casar, quando teremos filhos, etc. Apesar do homem ser forçado pelos seus interesses próprios, o comportamento em grupo - sob a mesma influência - é que define a tendência a ser seguida.
Por exemplo, no jargão do mercado de ações existem os tubarões e as sardinhas. Tubarões são os investidores conhecidos por movimentarem grandes volumes de dinheiro; eles decidem o que querem fazer com o preço do papel e fazem com que o preço suba ou desça conforme seus interesses. Sardinhas são os investidores conhecidos por “nadarem” junto com os de mesma espécie, sempre juntas; são investidores de pequeno porte que lutam juntos para fugir ou enfrentar os grandes tubarões do mercado.
A sardinha um dia quer tornar-se um tubarão e, para isso, tenta imitar os movimentos dos tubarões. Ela acredita que, para ganhar dinheiro no mercado, deve estar ao lado do mais forte. Todos os investidores observam os movimentos dos preços, pois procuram por alguém ou grupo que tenham informações e acabam seguindo a mesma direção da massa intensificando a tendência. Por isso, a queda do preço de uma ação é muito mais rápida do que a subida.
Vamos olhar outro pequeno exemplo que demonstra claramente como funciona a aversão ao risco. Considere que existe um vírus mortal que infectou 1000 pessoas.
Cenário 1:
1) Existe uma vacina que salva 250 pessoas;
2) Existe outra vacina que tem 1/4 de probabilidade de salvar todos e 3/4 de probabilidade de não funcionar, matando todos.
Na primeira solução temos certeza de que serão salvas 250 pessoas. Na segunda solução não temos certeza porque existe uma probabilidade de não salvar nenhuma. A maior parte das pessoas escolhe a primeira solução.
Cenário 2:
1) Existe uma vacina que mata 750 pessoas;
2) Existe outra vacina que tem 1/4 de probabilidade de salvar todos e 3/4 de probabilidade de não funcionar, matando todos.
Quando a primeira solução é colocada sob outra ótica, na qual é informada claramente das perdas, a maioria das pessoas preferem correr o risco de salvar todas ou nenhuma pessoa. A questão é a mesma, apenas é mostrada a solução de outra perspectiva.
Percebemos que a relação não é igual quando temos uma visão de ganho ou visão de perda. Esse exemplo mostra claramente a aversão ao risco. São nossas emoções que prevalecem no final, mesmo que a razão tenha mostrado o caminho a ser seguido.
Leia mais:
Risco
Gerenciamento de riscos de projetos
segunda-feira, 24 de novembro de 2008
Dívidas e mais dívidas .... E agora, o que fazer?
Achei em um dos sites que costumo visitar um ótimo artigo sobre dívidas e como controlá-las. Ele foi escrito por Lisandro Moraes e vou copiá-lo aqui no blog pois não sei até quando o original ficará no ar.
Dicas para você não entrar em desespero
Por Lisandro Moraes
Milhões de brasileiros estão endividados. Caíram na armadilha do “crédito fácil”, acharam que um empréstimo era um bom investimento, que o cartão de crédito era uma ótima opção para gastar e pagar contas, que o banco era seu amigo e os considerava ótimos clientes, por isso lhes deu cheque especial, cartão, financiamentos, empréstimos e portanto usaram todos estes recursos, sem pensar nas conseqüências.
Bem, se você é um destes milhões de brasileiros e está totalmente endividado, usando o limite do cartão para cobrir dívidas de lojas, usando o cheque especial para cobrir despesas de casa, tirando um empréstimo para quitar outro, com contas atrasando. Se os juros estão multiplicando suas dívidas mês a mês, as cartas e ligações telefônicas de cobrança e ameaças de seus credores não param, seu nome já foi para o SPC e SERASA ou está prestes a ir e você já não consegue dormir, não consegue pensar, não sabe o que fazer, certamente sabe sobre do que estou falando.
Começa o desespero. Você está deixando de pagar contas importantes, como seguro do carro, colégio das crianças, condomínio, água, luz e deixando de comprar produtos necessários para sua família, pois está tentando tapar o buraco dos juros e dos juros sobre juros.
Se você continuar cedendo, aceitando renegociações e pagando mais juros sobre as dívidas, os meses e anos passarão, você gastará uma fortuna, talvez tenha que vender o carro e a casa, destruindo o patrimônio e o orçamento da sua família, e ainda continuará devendo.
Talvez seja o momento de você dar um basta na situação.
Quando as dívidas com juros começam a corromper o orçamento e prejudicar a subsistência da família, e você tem que escolher entre sobreviver ou pagar juros, a melhor escolha é sobreviver.
Portanto, é melhor parar de pagar estas dívidas que não param de crescer e parecem eternas e dedicar seus rendimentos apenas para pagar as dívidas básicas (moradia, alimentação, luz, água, etc).
Abra uma poupança e guarde tudo o que sobrar no final do mês. Esta reserva será muito importante para você poder começar a ajeitar sua vida e saldar as dívidas com seus credores.
Dever não é crime, quanto mais se sua dívida se originou da cobrança dos juros absurdos que são cobrados no Brasil e o pagamento destas dívidas está prejudicando a subsistência de sua família.
Bem, agora é hora de respirar e começar a enfrentar esta nova realidade.
Nos primeiros dias, você começará a receber uma avalanche de cartas e telefonemas de seus credores. As ligações são feitas sem respeitar horário ou local. Eles ligam para o seu telefone residencial, celular e para qualquer telefone que saibam onde você pode estar.
Eles vão infernizar a sua vida. É o trabalho deles. Vão ligar dia e noite e vão fazer ameaças: - Seu nome vai para o SPC e SERASA! Vamos entrar com um processo e tirar seus bens! Você vai ser preso! Etc
Não se intimide com estas ameaças, na maioria dos casos não passam de “ameaças”.
Bem, em relação ao SPC e SERASA, não precisa nem de ameaça. Se você não pagar a dívida, a chance de seu nome ser cadastrado é de 99,9%. Mas existe um lado bom nisso: você não vai mais fazer dívidas, pois não terá crédito no mercado. Terá que comprar tudo à vista e aprender a controlar seu orçamento.
Quanto às ligações para seus telefones, evite aborrecimentos! Eles têm o direito de ligar para o seu telefone, mas você tem o direito de não atender. Portanto, no celular, basta bloquear a ligação e o telefone fixo coloque um identificador de chamadas ou em último caso troque o telefone. Ninguém é obrigado a ficar ouvindo desaforos e ameaças de um funcionário mal educado e que é pago para agir assim.
Os bancos, cartões de crédito, financeiras e outras instituições do gênero não costumam entrar com ações de cobrança judicial, apenas em casos de grandes dívidas, pois o melhor (mais rápido, barato e eficiente) negócio para eles é colocar o nome do devedor no SPC e SERASA e infernizar a sua vida através de empresas de cobrança que ficam ligando dia e noite e fazendo ameaças.
Em relação à ameaça de prisão, lembre-se: Dever não é crime! E você não ficou devendo por que quis, mas sim porque teve que fazer uma escolha entre pagar os juros absurdos cobrados ou colocar o alimento na mesa para sua família.
Mas ATENÇÃO aos seus direitos: Eles têm o direito de cobrar (ligar e mandar cartas), mas o direito deles vai até onde começa o seu. Portanto, cobranças que começam a incomodar você, que sejam em lugares ou horários impróprios não são permitidas e você pode buscar a Justiça para limitar estes abusos. Eles também não podem ligar para seu trabalho, para familiares ou vizinhos, tampouco fazer você passar vergonha, isto é crime!
Agora, passados alguns meses, você vai começar a colocar a sua vida em ordem e procurar os credores para quitar às dívidas.
Veja o quanto você conseguiu guardar na poupança (lembre-se de fazer a poupança, isto é muito importante, ou estes conselhos não servirão para nada). Faça uma listagem dos credores, em ordem da maior para a menor dívida. Comece pela menor. Entre em contato e veja a possibilidade de acordo com um bom desconto para pagamento à vista. Se não obtiver sucesso, passe para o próximo.
Coloque os mais flexíveis no topo da lista. Negocie com um de cada vez, e só aceite a proposta se for para pagamento à vista, com um bom desconto e que o valor caiba dentro do seu orçamento. (novos parcelamentos somente nos casos em que você tenha certeza de que são um "ótimo" negócio, em relação à dívida)
Não tente fazer acordos com vários credores ao mesmo tempo, a não ser que suas economias permitam que você consiga quitar as dívidas à vista.
Não tenha pressa, você se endividou ao longo de meses (ou anos) e não será da noite para o dia que irá resolver “todas as suas dívidas”.
Todavia, lembre-se de ter disciplina e força de vontade. Você tem que economizar e tem que correr atrás de seus credores para quitar as dívidas!
Assim, a médio prazo, você conseguirá saldar todas as suas dívidas e poderá começar uma vida nova.
Agora vai um último conselho: Não adianta limpar o nome e começar a gastar novamente, seja consciente com o quanto você ganha e o quanto pode gastar, tenha os pés no chão e nunca "dê o passo maior que a perna", assumindo algo que não poderá pagar sem folga no orçamento, e viva bem, sem preocupações, sem desespero e sem dívidas.
Dicas para você não entrar em desespero
Por Lisandro Moraes
Milhões de brasileiros estão endividados. Caíram na armadilha do “crédito fácil”, acharam que um empréstimo era um bom investimento, que o cartão de crédito era uma ótima opção para gastar e pagar contas, que o banco era seu amigo e os considerava ótimos clientes, por isso lhes deu cheque especial, cartão, financiamentos, empréstimos e portanto usaram todos estes recursos, sem pensar nas conseqüências.
Bem, se você é um destes milhões de brasileiros e está totalmente endividado, usando o limite do cartão para cobrir dívidas de lojas, usando o cheque especial para cobrir despesas de casa, tirando um empréstimo para quitar outro, com contas atrasando. Se os juros estão multiplicando suas dívidas mês a mês, as cartas e ligações telefônicas de cobrança e ameaças de seus credores não param, seu nome já foi para o SPC e SERASA ou está prestes a ir e você já não consegue dormir, não consegue pensar, não sabe o que fazer, certamente sabe sobre do que estou falando.
Começa o desespero. Você está deixando de pagar contas importantes, como seguro do carro, colégio das crianças, condomínio, água, luz e deixando de comprar produtos necessários para sua família, pois está tentando tapar o buraco dos juros e dos juros sobre juros.
Se você continuar cedendo, aceitando renegociações e pagando mais juros sobre as dívidas, os meses e anos passarão, você gastará uma fortuna, talvez tenha que vender o carro e a casa, destruindo o patrimônio e o orçamento da sua família, e ainda continuará devendo.
Talvez seja o momento de você dar um basta na situação.
Quando as dívidas com juros começam a corromper o orçamento e prejudicar a subsistência da família, e você tem que escolher entre sobreviver ou pagar juros, a melhor escolha é sobreviver.
Portanto, é melhor parar de pagar estas dívidas que não param de crescer e parecem eternas e dedicar seus rendimentos apenas para pagar as dívidas básicas (moradia, alimentação, luz, água, etc).
Abra uma poupança e guarde tudo o que sobrar no final do mês. Esta reserva será muito importante para você poder começar a ajeitar sua vida e saldar as dívidas com seus credores.
Dever não é crime, quanto mais se sua dívida se originou da cobrança dos juros absurdos que são cobrados no Brasil e o pagamento destas dívidas está prejudicando a subsistência de sua família.
Bem, agora é hora de respirar e começar a enfrentar esta nova realidade.
Nos primeiros dias, você começará a receber uma avalanche de cartas e telefonemas de seus credores. As ligações são feitas sem respeitar horário ou local. Eles ligam para o seu telefone residencial, celular e para qualquer telefone que saibam onde você pode estar.
Eles vão infernizar a sua vida. É o trabalho deles. Vão ligar dia e noite e vão fazer ameaças: - Seu nome vai para o SPC e SERASA! Vamos entrar com um processo e tirar seus bens! Você vai ser preso! Etc
Não se intimide com estas ameaças, na maioria dos casos não passam de “ameaças”.
Bem, em relação ao SPC e SERASA, não precisa nem de ameaça. Se você não pagar a dívida, a chance de seu nome ser cadastrado é de 99,9%. Mas existe um lado bom nisso: você não vai mais fazer dívidas, pois não terá crédito no mercado. Terá que comprar tudo à vista e aprender a controlar seu orçamento.
Quanto às ligações para seus telefones, evite aborrecimentos! Eles têm o direito de ligar para o seu telefone, mas você tem o direito de não atender. Portanto, no celular, basta bloquear a ligação e o telefone fixo coloque um identificador de chamadas ou em último caso troque o telefone. Ninguém é obrigado a ficar ouvindo desaforos e ameaças de um funcionário mal educado e que é pago para agir assim.
Os bancos, cartões de crédito, financeiras e outras instituições do gênero não costumam entrar com ações de cobrança judicial, apenas em casos de grandes dívidas, pois o melhor (mais rápido, barato e eficiente) negócio para eles é colocar o nome do devedor no SPC e SERASA e infernizar a sua vida através de empresas de cobrança que ficam ligando dia e noite e fazendo ameaças.
Em relação à ameaça de prisão, lembre-se: Dever não é crime! E você não ficou devendo por que quis, mas sim porque teve que fazer uma escolha entre pagar os juros absurdos cobrados ou colocar o alimento na mesa para sua família.
Mas ATENÇÃO aos seus direitos: Eles têm o direito de cobrar (ligar e mandar cartas), mas o direito deles vai até onde começa o seu. Portanto, cobranças que começam a incomodar você, que sejam em lugares ou horários impróprios não são permitidas e você pode buscar a Justiça para limitar estes abusos. Eles também não podem ligar para seu trabalho, para familiares ou vizinhos, tampouco fazer você passar vergonha, isto é crime!
Agora, passados alguns meses, você vai começar a colocar a sua vida em ordem e procurar os credores para quitar às dívidas.
Veja o quanto você conseguiu guardar na poupança (lembre-se de fazer a poupança, isto é muito importante, ou estes conselhos não servirão para nada). Faça uma listagem dos credores, em ordem da maior para a menor dívida. Comece pela menor. Entre em contato e veja a possibilidade de acordo com um bom desconto para pagamento à vista. Se não obtiver sucesso, passe para o próximo.
Coloque os mais flexíveis no topo da lista. Negocie com um de cada vez, e só aceite a proposta se for para pagamento à vista, com um bom desconto e que o valor caiba dentro do seu orçamento. (novos parcelamentos somente nos casos em que você tenha certeza de que são um "ótimo" negócio, em relação à dívida)
Não tente fazer acordos com vários credores ao mesmo tempo, a não ser que suas economias permitam que você consiga quitar as dívidas à vista.
Não tenha pressa, você se endividou ao longo de meses (ou anos) e não será da noite para o dia que irá resolver “todas as suas dívidas”.
Todavia, lembre-se de ter disciplina e força de vontade. Você tem que economizar e tem que correr atrás de seus credores para quitar as dívidas!
Assim, a médio prazo, você conseguirá saldar todas as suas dívidas e poderá começar uma vida nova.
Agora vai um último conselho: Não adianta limpar o nome e começar a gastar novamente, seja consciente com o quanto você ganha e o quanto pode gastar, tenha os pés no chão e nunca "dê o passo maior que a perna", assumindo algo que não poderá pagar sem folga no orçamento, e viva bem, sem preocupações, sem desespero e sem dívidas.
segunda-feira, 17 de novembro de 2008
O que é o índice Ibovespa?
Todos os dias você lê o noticiário da TV dizendo que o índice Ibovespa subiu, ou caiu, "x" pontos. Você só sabe que subindo está tudo bem, e que descendo é porque algo vai errado. Mas você já se perguntou sobre o que significa o índice Ibovespa?
Segundo a área de perguntas freqüentes do site da Bolsa de Valores de São Paulo (BOVESPA), o índice "é formado a partir de uma aplicação imaginária, em reais, em uma quantidade teórica de ações (carteira)".
"Sua finalidade básica é servir como indicador médio do comportamento do mercado. Para tanto, as ações que fazem parte do índice representam mais de 80% do número de negócios e do volume financeiro negociados no mercado à vista. Como as ações que fazem parte dessa carteira têm grande representatividade, podemos dizer que se a maioria delas estiver subindo, o mercado, medido pelo Índice Bovespa, está em alta, e se estiver caindo, está em baixa".
O número de ações que forma o índice varia ao longo do tempo, sendo reavaliado de quatro em quatro meses. Assim, em alguns momentos ele é formado por 54 ações, em outras por 56 ou, ainda, por 58. Uma ação deixar de ser componente do Ibovespa não quer dizer que a empresa está indo mal das pernas. É uma questão meramente estatística, sem envolvimento pessoal. A composição atual do índice pode ser vista no site do Infomoney.
E o que são os pontos? O que significa dizer que o Ibovespa chegará a 35 mil ou 40 mil pontos?
A resposta é bem simples! O Ibovespa é uma carteira teórica. É como se um investidor tivesse adquirido um número arbitrário de ações das empresas que formam o índice. Os pontos equivalem ao valor da cotação de cada uma delas, multiplicado pela quantidade de ações.
Se o Ibovespa está em 35 mil pontos significa que, se você possuísse a mesma carteira hipotética que o forma, teria exatamente R$ 35 mil em ações.
Em tempo, os jornalistas parecem acreditar que a economia do país é diretamente influenciada pelo índice Ibovespa; na verdade é o contrário. É a economia do país (e do mundo) que influencia diretamente os investimentos e especulações na Bolsa de Valores. Portanto, não se assuste quando o apresentador faz aquela cara de enterro e diz que a bolsa caiu. Nem sempre é má notícia!
Segundo a área de perguntas freqüentes do site da Bolsa de Valores de São Paulo (BOVESPA), o índice "é formado a partir de uma aplicação imaginária, em reais, em uma quantidade teórica de ações (carteira)".
"Sua finalidade básica é servir como indicador médio do comportamento do mercado. Para tanto, as ações que fazem parte do índice representam mais de 80% do número de negócios e do volume financeiro negociados no mercado à vista. Como as ações que fazem parte dessa carteira têm grande representatividade, podemos dizer que se a maioria delas estiver subindo, o mercado, medido pelo Índice Bovespa, está em alta, e se estiver caindo, está em baixa".
O número de ações que forma o índice varia ao longo do tempo, sendo reavaliado de quatro em quatro meses. Assim, em alguns momentos ele é formado por 54 ações, em outras por 56 ou, ainda, por 58. Uma ação deixar de ser componente do Ibovespa não quer dizer que a empresa está indo mal das pernas. É uma questão meramente estatística, sem envolvimento pessoal. A composição atual do índice pode ser vista no site do Infomoney.
E o que são os pontos? O que significa dizer que o Ibovespa chegará a 35 mil ou 40 mil pontos?A resposta é bem simples! O Ibovespa é uma carteira teórica. É como se um investidor tivesse adquirido um número arbitrário de ações das empresas que formam o índice. Os pontos equivalem ao valor da cotação de cada uma delas, multiplicado pela quantidade de ações.
Se o Ibovespa está em 35 mil pontos significa que, se você possuísse a mesma carteira hipotética que o forma, teria exatamente R$ 35 mil em ações.
Em tempo, os jornalistas parecem acreditar que a economia do país é diretamente influenciada pelo índice Ibovespa; na verdade é o contrário. É a economia do país (e do mundo) que influencia diretamente os investimentos e especulações na Bolsa de Valores. Portanto, não se assuste quando o apresentador faz aquela cara de enterro e diz que a bolsa caiu. Nem sempre é má notícia!
segunda-feira, 10 de novembro de 2008
Um bilionário de vida simples
Meses atrás, Warren Buffet foi entrevistado na rede americana de televisão CNBC. Ele é um dos homens mais ricos do mundo - recentemente fez uma doação de 31 bilhões de dólares para a caridade - e possui alguns aspectos interessantes em sua vida. Durante a entrevista, ele deixou conselhos para todos os telespectadores.1. Comprou a sua primeira ação aos 11 anos, e hoje lamenta tê-lo feito tardiamente! As coisas eram baratas naquele tempo.
Conselho: Incentive seus filhos a investir.
2. Comprou uma pequena fazenda aos 14 anos, com as economias oriundas da entrega de jornais.
Conselho: Incentive seus filhos a iniciar algum tipo de negócio. Pode-se comprar muitas coisas com pequenas economias.
3. Ainda vive na mesma casa modesta, de 3 quartos , no distrito de Omaha, a qual comprou após se casar, 50 anos atrás. Diz ele que tem tudo o que precisa naquela casa. Sua casa não possui muros nem cercas.
Conselho: Não compre mais do que você 'realmente precisa', e incentive seus filhos a fazer e pensar o mesmo.
4. Dirige seu próprio carro para todo lugar, e não tem motorista particular, nem equipe de segurança à sua volta.
Conselho: Você é o que é...
5. Nunca viaja em jato particular, embora seja proprietário da maior companhia aérea privada do mundo.
Conselho: Pense sempre num jeito de realizar as coisas de maneira econômica.
6. Sua empresa, Berkshire Hathaway, possui 63 companhias. Escreve apenas uma carta anual aos principais executivos destas companhias, dando-lhe as metas para o ano. Nunca promove encontros nem os convoca habitualmente.
Conselho: Nomeie as pessoas certas para as missões certas.
7. Transmitiu aos seus executivos somente duas regras:
- Regra nº 1: não perca nenhum centavo do dinheiro de seu acionista.
- Regra nº 2: não se esqueça da regra nº 1.
Conselho: Estabeleça metas e certifique-se de que as pessoas nelas se concentrem.
8. Não costuma freqüentar a alta-sociedade. Seu passatempo, após chegar em casa, é fazer ele mesmo um pouco de pipoca e assistir a televisão.
Conselho: Não tente se mostrar, simplesmente seja você mesmo e faça aquilo que gosta de fazer.
9. Warren Buffet não usa telefone celular, nem tem computador sobre sua mesa.
10. Bill Gates, o homem mais rico do mundo, encontrou-se com ele, da primeira vez, cinco anos atrás. Bill Gates achava que nada tinha em comum com Warren Buffet. Portanto, programara seu encontro apenas por meia hora. No entanto, quando Gates o encontrou, este encontro perdurou por dez horas, e hoje em dia, Bill Gates o considera o seu guru.
Mais conselhos direcionados aos jovens:
A. O dinheiro não cria o homem mas foi o homem quem criou o dinheiro.
B. Viva a sua vida da maneira mais simples possível.
C. Não faça o que os outros dizem; ouça-os e faça aquilo que você se sente bem ao fazer.
D. Não se apegue às grifes famosas; use apenas aquelas coisas em que você se sinta confortável.
E. Não desperdice o seu dinheiro em coisas desnecessárias; ao invés disso, gaste nas coisas que realmente precisa.
F. Fique longe de cartões de crédito e empréstimos bancários, invista o seu dinheiro em você mesmo
G. Afinal de contas, a vida é sua! Então, por que permitir que os outros estabeleçam leis em sua vida?
"As pessoas mais felizes não têm, necessariamente, as melhores coisas. Elas simplesmente apreciam aquilo que têm" (W. Buffet).
Fonte: vários blogs que encontrei na Internet.
sexta-feira, 7 de novembro de 2008
Analista judiciário troca socos com atendente do Bob's na Av. Paulista
Em uma lanchonete da rede americana Bob's na Av. Paulista, centro de São Paulo, um analista judiciário do Tribunal Regional Federal da 3ª região (TRF3) trocou agressões com o atendente do local. O motivo foi um sanduíche que ele pediu e veio errado.
No ano passado, publiquei um post sobre uma história de sabedoria oriental que pode ser utilizada aqui. Parafraseando a mim mesmo, "um mesmo problema pode ser encarado de formas diferentes por cada pessoa e isso consumi-la por dentro. A diferença está em o quanto você deixa o problema tomar conta de ti."
Só mesmo o stress para fazer uma pessoa agredir outra por causa de um sanduíche. O funcionário público disse que tinha passado a manhã medicado porque estava passando mal. Se ele não tivesse ido trabalhar à tarde, talvez não soubéssemos dessa triste notícia. As pessoas não tem dado importância à sua saúde e tem diminuído a sensibilidade de notar o próximo. O colega do autor das agressões jogou a culpa nos atendentes da lanchonete mas será que ele tinha notado que o analista judiciário estava estressado e que precisava de um tempo para ele mesmo?
No local onde trabalho tenho identificado nas últimas semanas pessoas que não se importam com os colegas e não demonstram ter o mínimo respeito pelos direitos dos outros. Infelizmente, o mundo parece estar caminhando para isso: pessoas sem sensibilidade para notar o próximo e, cada vez mais, egoístas.
Fontes da notícia:
http://g1.globo.com/Noticias/SaoPaulo/0,,MUL852830-5605,00-SANDUICHE+PROVOCA+BRIGA+EM+LANCHONETE+NA+AVENIDA+PAULISTA.html
http://g1.globo.com/Noticias/SaoPaulo/0,,MUL853984-5605,00-HOMEM+QUE+BRIGOU+EM+LANCHONETE+DE+SP+DIZ+QUE+FOI+AGREDIDO+ANTES.html
No ano passado, publiquei um post sobre uma história de sabedoria oriental que pode ser utilizada aqui. Parafraseando a mim mesmo, "um mesmo problema pode ser encarado de formas diferentes por cada pessoa e isso consumi-la por dentro. A diferença está em o quanto você deixa o problema tomar conta de ti."
Só mesmo o stress para fazer uma pessoa agredir outra por causa de um sanduíche. O funcionário público disse que tinha passado a manhã medicado porque estava passando mal. Se ele não tivesse ido trabalhar à tarde, talvez não soubéssemos dessa triste notícia. As pessoas não tem dado importância à sua saúde e tem diminuído a sensibilidade de notar o próximo. O colega do autor das agressões jogou a culpa nos atendentes da lanchonete mas será que ele tinha notado que o analista judiciário estava estressado e que precisava de um tempo para ele mesmo?
No local onde trabalho tenho identificado nas últimas semanas pessoas que não se importam com os colegas e não demonstram ter o mínimo respeito pelos direitos dos outros. Infelizmente, o mundo parece estar caminhando para isso: pessoas sem sensibilidade para notar o próximo e, cada vez mais, egoístas.
Fontes da notícia:
http://g1.globo.com/Noticias/SaoPaulo/0,,MUL852830-5605,00-SANDUICHE+PROVOCA+BRIGA+EM+LANCHONETE+NA+AVENIDA+PAULISTA.html
http://g1.globo.com/Noticias/SaoPaulo/0,,MUL853984-5605,00-HOMEM+QUE+BRIGOU+EM+LANCHONETE+DE+SP+DIZ+QUE+FOI+AGREDIDO+ANTES.html
quarta-feira, 5 de novembro de 2008
Está chegando o 13º!!!
O final do ano está chegando e com ele vem uma boa notícia: o décimo terceiro salário!Para muitos trabalhadores, essa é a época de obter uma renda extra que foi instituída pela Lei 4.090/62 e cujo valor é correspondente ao mesmo do salário em dezembro. Algumas classes de trabalhadores possuem também o décimo quarto salário, devido a acordo coletivo de trabalho entre as empresas e os sindicatos, e outros mais abastados ganham participação em lucros e bônus.
A minha dica para esse crédito a mais que nos é dado todo ano é não cair nas tentações do consumismo e poupar.
É difícil resistir ao apelo da publicidade agressiva que é feita nessa época e por isso é muito importante tomar cuidado para não usar o dinheiro contra você. É preciso pensar duas, três, quatro vezes antes de soltar o seu dinheiro numa loja apenas para satisfazer um capricho que lhe foi induzido (pela propaganda) sem que você percebesse.
Gastar mais do que temos parece ser um hábito de nossa cultura. Se vencer esse desafio, finja que o 13º não existe e aprenda a cultivar o hábito de poupar dinheiro para as emergências e, principalmente, para o futuro.
Mais do que nunca, é preciso lembrarmos, nessa época, das lições do movimento Simplicidade Voluntária. Vale a pena LER de novo!
sexta-feira, 31 de outubro de 2008
Depoimento de um aluno cego sobre o aprendizado de Java
Recebi um e-mail, vindo de uma das listas de e-mail que costumo acompanhar, onde consta um depoimento de um deficiente visual sobre a dificuldade de aprender Java. A pessoa em questão é Bruno Souza, de Salvador-BA, novato nessa tecnologia de programação para computadores e que buscou o auxílio do DFJUG, grupo de usuários Java do Distrito Federal. Esse grupo já possui experiência no ensino de Java para deficientes visuais e está ajudando o nobre colega a solucionar o seu problema, contando também com o apoio do JavaBahia.
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"Eu, Bruno Cerqueira de Souza, tenho 20 anos e acabei de concluir o 2º grau. Não precisa nem dizer como foi o meu período no colégio, já que sabemos o crime que é o ensino público no nosso país. Se para quem não porta deficiência já é difícil, imagine para eu que sou portador de deficiência visual.
Em agosto de 2007, o Governo do Estado, juntamente com algumas empresas, o SETEB e o Ministério do Trabalho decidiram criar um curso voltado para a área de TI (Tecnologia da Informação) para alguns alunos da rede estadual de ensino. Além da informação de que o curso seria voltado para a área de TI nós tínhamos tambem a informação de que o curso iria comecar em outubro de 2007, o que não aconteceu.
Em março de 2008 fui surpreendido com uma ligacao informando que o tão famoso curso iria começar. Já que eu não estava ocupado no turno da manhã, resolvi fazer parte dessa turma piloto. Ao iniciar, procurei informações sobre o curso, do que seria, qual a finalidade e o principal de tudo, era saber se o JAWS iria funcionar com o programa que eles iriam utilizar. Inicialmente começaram usando o C++ mas, faltando 03 meses para o término do curso, soube que o programa que iria ser utilizado era o NetBeans 5.0, o qual me trouxe várias preocupações. O NetBeans não funcionou com o JAWS, e eu não queria desistir do curso, pois eu me interessei pela tecnologia JAVA. Foi quando tive uma informação de que em Brasília tinha um projeto chamado Iniciativa JEDI que trabalhava com a finalidade de ministrar cursos de JAVA para deficientes visuais. Olha a minha luz no fim do túnel. A partir daí, fui procurar algum contato que pudesse me ajudar a derrubar mais essa barreira. Eu nunca desisti de nada em minha vida, nada para mim foi fácil, se eu nunca desisti de nada, não vai ser agora que irei desistir. Hoje, faltando menos de 01 mês para o término do curso não consegui atingir minhas metas, que era finalizar o curso sabendo dominar essa primeira fase da programação em Java.
Eu estou tão determinado a aprender JAVA que saio de casa de segunda a sexta, as 06:00 da manhã para ir ao curso que começa às 08:00 e acaba às 12:00, afinal de contas, sou cego e não surdo. Queria poder me especializar mais no uso do JAVA mas, até agora, desconheço algum curso de programação gratuito, já que não tenho condicões de pagar um curso particular. Com muito sacrifício consegui um trabalho em uma empresa, a quem tenho muito que agradecer, já que foi a única que me deu uma chance. Das 13:00 as 17:00 trabalho como aprendiz no RH da mesma, adoro o que faço mas, queria mesmo é trabalhar com programação. Até pouco tempo consegui contatar o Daniel que é o coordenador da Iniciativa JEDI mas, devido aos dois meses que fiquei parado, por incompatibilidade do JAWS com o NetBeans, foram o suficiente para atrapalhar o meu desenvolvimento no curso, e em consequência perdi muita coisa no curso mas, se eu encontrar algum curso de programação saibam, estarei lá".
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Como toda história de luta tem um final feliz, o coordenador da Iniciativa JEDI, Daniel, contactou Serge Rehem, líder do JavaBahia, que conseguiu a capacitação para Bruno em uma parceria com a empresa de treinamento Baraúna. Em contrapartida, Bruno irá ajudar Serge, que é gerente de desenvolvimento no Serpro, a validar as adaptações do programa de imposto de renda para deficientes visuais.
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"Eu, Bruno Cerqueira de Souza, tenho 20 anos e acabei de concluir o 2º grau. Não precisa nem dizer como foi o meu período no colégio, já que sabemos o crime que é o ensino público no nosso país. Se para quem não porta deficiência já é difícil, imagine para eu que sou portador de deficiência visual.
Em agosto de 2007, o Governo do Estado, juntamente com algumas empresas, o SETEB e o Ministério do Trabalho decidiram criar um curso voltado para a área de TI (Tecnologia da Informação) para alguns alunos da rede estadual de ensino. Além da informação de que o curso seria voltado para a área de TI nós tínhamos tambem a informação de que o curso iria comecar em outubro de 2007, o que não aconteceu.
Em março de 2008 fui surpreendido com uma ligacao informando que o tão famoso curso iria começar. Já que eu não estava ocupado no turno da manhã, resolvi fazer parte dessa turma piloto. Ao iniciar, procurei informações sobre o curso, do que seria, qual a finalidade e o principal de tudo, era saber se o JAWS iria funcionar com o programa que eles iriam utilizar. Inicialmente começaram usando o C++ mas, faltando 03 meses para o término do curso, soube que o programa que iria ser utilizado era o NetBeans 5.0, o qual me trouxe várias preocupações. O NetBeans não funcionou com o JAWS, e eu não queria desistir do curso, pois eu me interessei pela tecnologia JAVA. Foi quando tive uma informação de que em Brasília tinha um projeto chamado Iniciativa JEDI que trabalhava com a finalidade de ministrar cursos de JAVA para deficientes visuais. Olha a minha luz no fim do túnel. A partir daí, fui procurar algum contato que pudesse me ajudar a derrubar mais essa barreira. Eu nunca desisti de nada em minha vida, nada para mim foi fácil, se eu nunca desisti de nada, não vai ser agora que irei desistir. Hoje, faltando menos de 01 mês para o término do curso não consegui atingir minhas metas, que era finalizar o curso sabendo dominar essa primeira fase da programação em Java.
Eu estou tão determinado a aprender JAVA que saio de casa de segunda a sexta, as 06:00 da manhã para ir ao curso que começa às 08:00 e acaba às 12:00, afinal de contas, sou cego e não surdo. Queria poder me especializar mais no uso do JAVA mas, até agora, desconheço algum curso de programação gratuito, já que não tenho condicões de pagar um curso particular. Com muito sacrifício consegui um trabalho em uma empresa, a quem tenho muito que agradecer, já que foi a única que me deu uma chance. Das 13:00 as 17:00 trabalho como aprendiz no RH da mesma, adoro o que faço mas, queria mesmo é trabalhar com programação. Até pouco tempo consegui contatar o Daniel que é o coordenador da Iniciativa JEDI mas, devido aos dois meses que fiquei parado, por incompatibilidade do JAWS com o NetBeans, foram o suficiente para atrapalhar o meu desenvolvimento no curso, e em consequência perdi muita coisa no curso mas, se eu encontrar algum curso de programação saibam, estarei lá".
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Como toda história de luta tem um final feliz, o coordenador da Iniciativa JEDI, Daniel, contactou Serge Rehem, líder do JavaBahia, que conseguiu a capacitação para Bruno em uma parceria com a empresa de treinamento Baraúna. Em contrapartida, Bruno irá ajudar Serge, que é gerente de desenvolvimento no Serpro, a validar as adaptações do programa de imposto de renda para deficientes visuais.
domingo, 26 de outubro de 2008
Lero-lero
"Por conseguinte, a adoção de políticas descentralizadoras cumpre um papel essencial na formulação das condições financeiras e administrativas exigidas. É importante questionar o quanto o consenso sobre a necessidade de qualificação nos obriga à análise dos relacionamentos verticais entre as hierarquias.
É claro que a crescente influência da mídia pode nos levar a considerar a reestruturação das condições inegavelmente apropriadas. Assim mesmo, o acompanhamento das preferências de consumo garante a contribuição de um grupo importante na determinação do impacto na agilidade decisória.
Do mesmo modo, a consulta aos diversos militantes causa impacto indireto na reavaliação do levantamento das variáveis envolvidas. O cuidado em identificar pontos críticos no comprometimento entre as equipes estende o alcance e a importância dos conhecimentos estratégicos para atingir a excelência. Por outro lado, a estrutura atual da organização possibilita uma melhor visão global dos métodos utilizados na avaliação de resultados.
Gostaria de enfatizar que a valorização de fatores subjetivos obstaculiza a apreciação da importância da gestão inovadora da qual fazemos parte. Pensando mais a longo prazo, a contínua expansão de nossa atividade é uma das consequências dos modos de operação convencionais. O incentivo ao avanço tecnológico, assim como o início da atividade geral de formação de atitudes promove a alavancagem dos procedimentos normalmente adotados."

Cansou de ler? O texto acima foi montado no fabuloso gerador de lero-lero, uma ferramenta criada por brincadeira para mostrar como é fácil "engrossar uma tese de mestrado, impressionar a mula do seu chefe ou preparar discursos capazes de curar a insônia da platéia".
Conheço algumas pessoas que falariam o texto do lero-lero naturalmente e o efeito que elas sempre causaram, não somente a mim, é algo do tipo: "lá vem aquele cara de novo". Não é possível que até hoje essas pessoas não tenham percebido que elas ficam chatas quando conversam dessa maneira, e que acabam invertendo o objetivo de qualquer comunicação. Elas poderiam dizer a mesma coisa em apenas 10 segundos mas preferem levar longos 5 minutos para dizer a mesma coisa.
Não sei se é interesse em mostrar que decorou o dicionário e a gramática, ou mesmo tentar colocar suas idéias numa reunião cansando os participantes, mas a longo prazo o que vejo é que essas pessoas são prejudicadas pois sempre serão lembradas pela chatice de seu discurso. O princípio básico da comunicação é fazer a mensagem chegar ao destinatário e, para isso, é importante que você saiba que o destinatário pode captar a mensagem. Não faria sentido um advogado falar com o seu cliente do mesmo modo que redigiria uma petição a um tribunal.
Se você, caro leitor desse blog, é assim ou percebe que está ficando assim, aconselho lembrar da máxima "menos é mais". Com certeza, tudo que é feito de modo mais simples torna-se eficiente e, portanto, melhor.
É claro que a crescente influência da mídia pode nos levar a considerar a reestruturação das condições inegavelmente apropriadas. Assim mesmo, o acompanhamento das preferências de consumo garante a contribuição de um grupo importante na determinação do impacto na agilidade decisória.
Do mesmo modo, a consulta aos diversos militantes causa impacto indireto na reavaliação do levantamento das variáveis envolvidas. O cuidado em identificar pontos críticos no comprometimento entre as equipes estende o alcance e a importância dos conhecimentos estratégicos para atingir a excelência. Por outro lado, a estrutura atual da organização possibilita uma melhor visão global dos métodos utilizados na avaliação de resultados.
Gostaria de enfatizar que a valorização de fatores subjetivos obstaculiza a apreciação da importância da gestão inovadora da qual fazemos parte. Pensando mais a longo prazo, a contínua expansão de nossa atividade é uma das consequências dos modos de operação convencionais. O incentivo ao avanço tecnológico, assim como o início da atividade geral de formação de atitudes promove a alavancagem dos procedimentos normalmente adotados."

Cansou de ler? O texto acima foi montado no fabuloso gerador de lero-lero, uma ferramenta criada por brincadeira para mostrar como é fácil "engrossar uma tese de mestrado, impressionar a mula do seu chefe ou preparar discursos capazes de curar a insônia da platéia".
Conheço algumas pessoas que falariam o texto do lero-lero naturalmente e o efeito que elas sempre causaram, não somente a mim, é algo do tipo: "lá vem aquele cara de novo". Não é possível que até hoje essas pessoas não tenham percebido que elas ficam chatas quando conversam dessa maneira, e que acabam invertendo o objetivo de qualquer comunicação. Elas poderiam dizer a mesma coisa em apenas 10 segundos mas preferem levar longos 5 minutos para dizer a mesma coisa.
Não sei se é interesse em mostrar que decorou o dicionário e a gramática, ou mesmo tentar colocar suas idéias numa reunião cansando os participantes, mas a longo prazo o que vejo é que essas pessoas são prejudicadas pois sempre serão lembradas pela chatice de seu discurso. O princípio básico da comunicação é fazer a mensagem chegar ao destinatário e, para isso, é importante que você saiba que o destinatário pode captar a mensagem. Não faria sentido um advogado falar com o seu cliente do mesmo modo que redigiria uma petição a um tribunal.
Se você, caro leitor desse blog, é assim ou percebe que está ficando assim, aconselho lembrar da máxima "menos é mais". Com certeza, tudo que é feito de modo mais simples torna-se eficiente e, portanto, melhor.
sexta-feira, 24 de outubro de 2008
Cara nova
Hoje eu levei meu blog numa clínica de estética. Mandei fazer nele uma lipoaspiração, uma aplicação de botox e um ajuste no nariz. Não deixei fazerem um implante de silicone porque o dinheiro já tinha acabado. Conseguem perceber as diferenças entre o blog velho e o novo?
segunda-feira, 20 de outubro de 2008
Por que o salário nunca dá?
Você faz parte do grupo de pessoas que se perguntam constantemente por quê o salário acaba antes do final do mês?Há pessoas que realmente recebem um salário baixo para o padrão de vida das grandes capitais. Contudo, existem outras que recebem um salário razoável e estão sempre endividadas, fazendo do cheque especial uma extensão do seu salário.
Por que isso acontece? O administrador e palestrante Jerônimo Mendes, autor do livro "Oh, Mundo Cãoporativo!", responde: "ter disciplina é difícil!".
O fato é que não temos disciplina suficiente para vivermos apenas com o que ganhamos. Se você parar para fazer uma auto-reflexão, perceberá que suas despesas aumentam na mesma proporção que sua renda. A não ser que a pessoa tenha muita disciplina para viver com, no máximo, 80% a 90% de sua renda, conseguindo recursos para a formação de poupança, ela se tornará refém do seu salário.
Tudo isso piora com o consumo de massa. São as sedutoras propagandas veiculadas pelas empresas, com a moda se tornando um imperativo para se socializar, fazer parte de um grupo e com o vazio das pessoas aumentando a cada dia. "As pessoas se sentem melhor quando consomem, parece que afogam suas mágoas", sublinhou o autor.
O principal erro dos consumidores diz respeito ao cálculo que fazem na hora das compras. Muitos olham a prestação e, caso ela caiba no orçamento mensal, compram. O mínimo que deveria ser feito é calcular o valor total, acrescido dos juros, e analisar se a compra vale mesmo a pena. Muitas vezes, compensa mais poupar e pagar à vista mais tarde.
O maior erro que se pode cometer é não saber viver com o salário que se recebe e, por conta das propagandas que a mídia veicula diariamente, acabar levando uma vida de empréstimos e mais empréstimos. É necessário muito amor e equilíbrio para resolver o problema da falta de dinheiro na família depois que a situação está instalada.
Fonte: InfoMoney
sábado, 11 de outubro de 2008
Tratamento de Água
Vocês sabem o que acontece antes de a água chegar à sua residência ou trabalho?Eu trabalho na Empresa Baiana de Águas e Saneamento - EMBASA - e lá existe um programa chamado "Conheça nossa empresa". Ele tem o objetivo de mostrar aos funcionários uma parte do negócio da empresa, no caso, o tratamento de água (o outro é o tratamento de esgoto). Inscrevi-me no programa e fui convidado nesta sexta-feira, dia 10, a conhecer três pontos importantes do processo: a barragem, a captação de água bruta e o tratamento da água para distribuição. Ah, Rosinha também foi comigo, afinal, ela também trabalha lá.
O ônibus partiu da sede da empresa às 8h rumo ao município de Cachoeira, onde fica a primeira parada do passeio. No caminho, ao longo da BR-324, fomos ouvindo música e relaxando. Chegamos por volta das 10h na CAPTAÇÃO DO RIO PARAGUAÇU.
A captação é a etapa do processo em que a empresa coleta a água bruta, ou seja, a água no estado em que se encontra. O rio Paraguaçu é o maior rio baiano, nasce na Chapada Diamantina e desemboca na Baía de Todos os Santos. O rio foi represado para a captação, conforme veremos mais adiante.

Várias bombas de alta potência jogam a água do rio para dutos enormes, levando a água para o tratamento. A área é de alto risco e, por isso, a segurança é prioridade dentro das instalações. Tudo é bem monitorado para que acidentes não ocorram, o que poderia levar a prejuízos de todo tipo.

A próxima parada foi na BARRAGEM DE PEDRA DO CAVALO, construída pela EMBASA mas que agora pertence à Companhia de Engenharia Rural da Bahia - CERB e é operada pela empresa Votorantim. A barragem, quando foi construída, desviou um trecho da rodovia BR-101 e represou a água do rio Paraguaçu a dois quilômetros antes de chegar aos municípios de Cachoeira e São Félix.

Uma das funções da barragem, além do abastecimento de água, é o controle das enchentes do rio, o que não ocorre há algum tempo. Os operadores da barragem monitoram todo o rio desde a sua nascente para que evitem acidentes e desastres naturais. Se chover muito na nascente do rio, o vertedouro da barragem precisará ser aberto para escoar a água excedente. Isso tem critérios rígidos para não inundar as cidades lá embaixo.

Outra função da barragem é a geração de energia elétrica. Uma parte da água é jorrada para a Usina Geradora de Energia Elétrica de Pedra do Cavalo quando ultrapassa uma certa marca na barragem. Atualmente não chove há dias na nascente e a barragem não está gerando muita energia, além de não precisar ter o vertedouro aberto.

Subimos no ônibus e fomos almoçar no centro da cidade de Cachoeira. O restaurante é bem agradável e a comida estava deliciosa. Por volta das 14h o ônibus partiu em direção à ESTAÇÃO DE TRATAMENTO DE ÁGUA PRINCIPAL (ETA Principal), no município de Candeias. Essa instalação trata a água para abastecimento da maior parte da Região Metropolitana de Salvador.

Lá tivemos uma palestra explicativa sobre o processo de tratamento de água. A água bruta que chega à ETA é medida em sua vazão para que os técnicos saibam quanto produto químico jogar para o tratamento.
A água em estado bruto recebe sulfatos de alumínio e férrico para auxiliar na despoluição. Esses produtos químicos fazem com que as impurezas se juntem formando flocos que mais parecem cocôs boiando na água. Não coloquei uma foto aqui dessa parte do processo porque é nojenta e feia de se ver.

Em seguida a água é colocada no decantador para que os flocos maiores sedimentem no fundo do reservatório. Nessa ETA existem dois tipos de decantadores: o convencional (foto acima) e o de taxa acelerada (foto abaixo).

Depois, a água é filtrada em leitos de meio poroso para retirar os flocos que não puderam ser decantados. Após a filtração, a água recebe cal para correção do pH, cloro para matar as bactérias que resistiram ao processo e flúor para o combate à cárie dentária da população. O cloro é aplicado em quantidade ligeiramente maior do que seria necessário para que continue agindo na água durante a distribuição até chegar às nossas casas.

Como vocês puderam ver, o trabalho do pessoal da EMBASA não é simples e fácil. Soluções novas são estudadas a todo momento pois o homem continua poluindo os rios e lagos; os técnicos têm que inventar coisas que você nem imagina para despoluir a água. O trabalho das ETA's é de qualidade e possui certificação ISO9001. A água que sai da ETA atende a todos os parâmetros do Ministério da Saúde.
Depois de observar todo o processo de captação e tratamento da água, a gente até que não acha a tarifa de água tão cara. Afinal, a EMBASA cobra R$ 11,20 por 10 m³, ou 10 mil litros, o que dá aproximadamente R$ 0,001 por litro. Quanto você paga por um copinho de água mineral? Compare!
Antes de desperdiçar a água em sua casa, lembre-se do trabalho que dá para que a água chegue até você. Somente 0,8% da água do mundo é considerada adequada para o consumo humano e possível de ser tratada. Se economizarmos água, ela existirá para sempre.
Fotos: todas tiradas por mim.
segunda-feira, 6 de outubro de 2008
Eleições Salvador 2008
Após vinte anos de promulgação da Constituição de 88, ontem ocorreu mais uma eleição municipal em Salvador-BA. Os grandes destaques ficaram para a disputa acirrada entre os candidatos João Henrique (PMDB) e Walter Pinheiro (PT), e a eleição de um travesti para a Câmara Municipal. Eis alguns fatos que eu notei a partir do resultado da apuração.De um total de 1.747.278 eleitores aptos a votar, compareceram 83,10%, um índice médio comparado com outras capitais do país.
A porcentagem de votos válidos entre os dois candidatos que irão para o 2º turno foi bem apertada: 30,97% para JOÃO HENRIQUE e 30,06% para WALTER PINHEIRO. Isso mostra que o povo estava bem dividido entre o atual prefeito e o que o PT pode trazer para Salvador.
O candidato do PSOL, HILTON COELHO, que ficou bastante popular com o jingle-reggae "Eu quero Hilton 50", perdeu de todo mundo com 51.196 votos. Perdeu até mesmo para os brancos (52.728 votos) e nulos (98.909 votos). Coitado dele! A tendência agora é ele apoiar o PT.
O travesti LEO KRET DO BRASIL (PR) ganhou 12.861 votos e terminou como o quarto candidato mais votado da cidade. Mesmo com o coeficiente eleitoral, conseguiu sua vaga na Câmara Municipal, derrotando candidados tradicionais e com mais experiência eleitoral. Será que é o povo de Salvador demonstrando sua insatisfação com os políticos dessa cidade?
O número total de votos brancos para vereador foi 86.109, e de votos nulos foi 70.868. Esses dois ganharam de "lavada" para todos os outros candidatos a vereador.
Alguns candidatos não tiveram nenhum voto: ÁNGELICA FERREIRA (PSOL), BIRA DO JEGUE (PSDB), CIGANA (PRB), FRANCISCO QUEIROS(PTC), KITO MAIA (PHS), MARIA HELENA (PSOL), OSVALDO SENA (PHS), PAULO CÉSAR (PMDB), RUI ZITO (PDT). Para mim, isso é uma prova de que eles não se preocupam nem consigo mesmos, quem dirá da cidade. Devem ter justificado sua ausência e nao deram nem mesmo um único voto para si mesmo.
quarta-feira, 24 de setembro de 2008
Google 10 anos
Em Janeiro de 2006, dois estudantes da Universidade de Stanford publicaram um artigo em que demonstravam um novo mecanismo de busca que revolucionaria a Internet. Sim, você pensou certo! É o Google!
Os então estudantes Sergey Brin e Lawrence Page demonstravam nessa época a "Anatomia de um mecanismo de busca hipertestual na web em larga escala". Em 15 de setembro de 1997, eles registraram o domínio Google.com e iniciaram uma mudança no modo como a Internet seria utilizada.
Em comemoração aos seus dez anos, o Google lançou uma página especial para contar essa história: http://www.google.com.br/tenthbirthday/ .
Os então estudantes Sergey Brin e Lawrence Page demonstravam nessa época a "Anatomia de um mecanismo de busca hipertestual na web em larga escala". Em 15 de setembro de 1997, eles registraram o domínio Google.com e iniciaram uma mudança no modo como a Internet seria utilizada.
Em comemoração aos seus dez anos, o Google lançou uma página especial para contar essa história: http://www.google.com.br/tenthbirthday/ .
sexta-feira, 19 de setembro de 2008
Crise do subprime
Estou de volta!
E agora para explicar para os desentendidos o que está acontecendo nos EUA, o assunto mais comentado nos noticiários dos últimos dias, em linguagem simples e fácil.
Vamos imaginar que vivemos num planeta com a economia mundial estável. As pessoas ganhando seus salários e gastando com imóveis, carros, bens de consumo, etc. Consideremos também que a inflação mundial encontra-se em um nível baixíssimo, quase zero. Nesse cenário equilibrado, boa parte dos governos reduzem suas taxas de juros, o que acaba transformando seus países em terrenos pouco férteis para se investir. Os banqueiros param de emprestar dinheiro para você porque não compensa receber, por exemplo, apenas 1% ao ano como taxa de juros. Isso vinha acontecendo há anos atrás e os investidores pensaram assim:
- "Ah, vamos botar nosso dinheiro no mercado hipotecário americano, ele tem uma taxa de juros maior que a média do mundo e poderemos ganhar mais dinheiro".
O mercado hipotecário americano tem algumas variantes e uma delas é o subprime. Nesse tipo de hipoteca, se você tem uma casa e nenhum tostão no bolso - apenas o teu salário - você propõe ao banco que te pague o valor de tua casa à vista em troca de prestações mensais com juros. Imagine que você chega para o banqueiro e diz:
- "Minha casa vale 300 mil dólares, você me paga esse valor agora que eu prometo lhe pagar em prestações pequenas com juros de 8% ao ano. Se eu não pagar você fica com a minha casa".
O negócio é vantajoso pra todo mundo! O cliente recebe uma boa grana à vista e paga um pouco por mês ao banco. O banco ganha, com os juros em longo prazo, um valor muito maior do que ele te emprestou na hora. Incrivelmente, no subprime, os americanos não precisavam comprovar renda - diferente do que acontece no Brasil.
Então, um investidor chinês - que queria ganhar mais do que 1% no seu país - foi até o banco americano que fazia hipotecas e negociou a compra das dívidas. Ele comprou a dívida que você tinha com o banco e o banco pagaria ao chinês o valor com um juro de 6% ao ano. O banco americano aceitou e disse pro cliente americano:
- "Olha, um chinês comprou sua dívida. Você tem crédito livre."
O americano ficou feliz e foi em outro banco e hipotecou a casa novamente. Recebeu mais dinheiro à vista e prometeu pagar ao segundo banco as prestações com juros. Enquanto isso, um investidor italiano - que também queria ganhar mais do que 1% no seu país - comprou a dívida do chinês (que devia ao primeiro banco) com juros de 3% ao ano.
Tempos depois, o americano recebeu a informação do segundo banco de que seu crédito estava liberado novamente pois um australiano comprou a dívida dele. E, enquanto isso, um inglês comprou a dívida do australiano. O que o americano fez? Hipotecou a casa novamente nos bancos X, Y e Z.
Como não é necessário comprovar renda para fazer esse tipo de crédito, milhões de americanos fizeram várias hipotecas subprime ao mesmo tempo. Atraídos pelos juros altos, vários investidores do mundo inteiro compraram as dívidas dos bancos. E outros investidores compraram desses investidores, que compraram de outros…
Num dia qualquer, o americano recebeu pelo correio vários boletos de pagamento de hipotecas de bancos diferentes. Só que ele só tinha renda pra pagar um só, pois ele gastou todo o dinheiro que recebeu dos bancos. O que aconteceu?
O americano foi ao primeiro banco e disse:
- "Eu não vou poder te pagar".
O banco foi ao investidor chinês e disse:
- "Eu não vou poder te pagar porque meu cliente não me pagou".
E o chinês disse pro italiano:
- "Eu não vou poder te pagar porque o banco não me pagou".
O italiano falou o mesmo pro inglês, que falou pro sul-africano, que falou pro árabe. O americano foi aos outros bancos declarou o mesmo que tinha falado ao primeiro; os bancos falaram a mesma coisa para os que tinham comprado suas dívidas. Isso aconteceu aos milhões de americanos que não tiveram como pagar suas hipotecas.
Conforme ditava o contrato da hipoteca, todos os bancos falaram para o americano:
- "Ok, se você não vai me pagar, me dá sua casa que a gente vai vender e ficar com o valor dela".
Porém, era uma casa de 300 mil dólares para pagar uma dívida de 8 bancos e 32 investidores. Milhões de americanos tiveram suas casas vendidas ao mesmo tempo, o que fez o valor delas cairem drasticamente. Por exemplo, o que valia 300 mil agora não vale nem 100 mil e ainda tem 8 bancos disputando pra ver quem vai vendê-la primeiro.
Resumo da ópera: o americano voltou para o aluguel ou para a casa dos pais, os bancos faliram porque não conseguiram recuperar o valor das dívidas - já que a alta oferta de imóveis barateou os preços - e os investidores tiveram prejuízo. Para cobrir seus prejuízos, retiraram dinheiro de outros mercados em que investiam, incluindo o Brasil. Essa ação fez a bolsa de valores cair, afetando investidores locais que nada tinham a ver com isso e obrigou os preços ao consumidor a serem reajustados para cobrir prejuízos dos investidores locais. Pronto, finalmente a crise chegou até você!
Quem já assistiu ao filme "Efeito Borboleta" conhece a teoria que está por trás disso tudo. E, além do mais, agora você pode entender porque, aqui no Brasil, as financeiras emprestam pouco dinheiro para quem não pode comprovar renda, e mais dinheiro para quem pode comprovar.
No Brasil, os bancos e investidores nacionais não compraram os títulos hipotecários americanos porque aqui existe um título mais atrativo e rentável: os títulos públicos federais. Com isso, a crise não chegou com tanta força aqui como chegou em outros países. O impacto foi sentido basicamente apenas na BOVESPA, com a saída do capital estrangeiro. Com a ajuda financeira do governo americano aos seus bancos, alguns deles deverão ter suas dívidas compradas pelo contribuinte americano, que não está nada satisfeito com toda essa história.
E agora para explicar para os desentendidos o que está acontecendo nos EUA, o assunto mais comentado nos noticiários dos últimos dias, em linguagem simples e fácil.
Vamos imaginar que vivemos num planeta com a economia mundial estável. As pessoas ganhando seus salários e gastando com imóveis, carros, bens de consumo, etc. Consideremos também que a inflação mundial encontra-se em um nível baixíssimo, quase zero. Nesse cenário equilibrado, boa parte dos governos reduzem suas taxas de juros, o que acaba transformando seus países em terrenos pouco férteis para se investir. Os banqueiros param de emprestar dinheiro para você porque não compensa receber, por exemplo, apenas 1% ao ano como taxa de juros. Isso vinha acontecendo há anos atrás e os investidores pensaram assim:
- "Ah, vamos botar nosso dinheiro no mercado hipotecário americano, ele tem uma taxa de juros maior que a média do mundo e poderemos ganhar mais dinheiro".
O mercado hipotecário americano tem algumas variantes e uma delas é o subprime. Nesse tipo de hipoteca, se você tem uma casa e nenhum tostão no bolso - apenas o teu salário - você propõe ao banco que te pague o valor de tua casa à vista em troca de prestações mensais com juros. Imagine que você chega para o banqueiro e diz:
- "Minha casa vale 300 mil dólares, você me paga esse valor agora que eu prometo lhe pagar em prestações pequenas com juros de 8% ao ano. Se eu não pagar você fica com a minha casa".
O negócio é vantajoso pra todo mundo! O cliente recebe uma boa grana à vista e paga um pouco por mês ao banco. O banco ganha, com os juros em longo prazo, um valor muito maior do que ele te emprestou na hora. Incrivelmente, no subprime, os americanos não precisavam comprovar renda - diferente do que acontece no Brasil.
Então, um investidor chinês - que queria ganhar mais do que 1% no seu país - foi até o banco americano que fazia hipotecas e negociou a compra das dívidas. Ele comprou a dívida que você tinha com o banco e o banco pagaria ao chinês o valor com um juro de 6% ao ano. O banco americano aceitou e disse pro cliente americano:
- "Olha, um chinês comprou sua dívida. Você tem crédito livre."
O americano ficou feliz e foi em outro banco e hipotecou a casa novamente. Recebeu mais dinheiro à vista e prometeu pagar ao segundo banco as prestações com juros. Enquanto isso, um investidor italiano - que também queria ganhar mais do que 1% no seu país - comprou a dívida do chinês (que devia ao primeiro banco) com juros de 3% ao ano.
Tempos depois, o americano recebeu a informação do segundo banco de que seu crédito estava liberado novamente pois um australiano comprou a dívida dele. E, enquanto isso, um inglês comprou a dívida do australiano. O que o americano fez? Hipotecou a casa novamente nos bancos X, Y e Z.
Como não é necessário comprovar renda para fazer esse tipo de crédito, milhões de americanos fizeram várias hipotecas subprime ao mesmo tempo. Atraídos pelos juros altos, vários investidores do mundo inteiro compraram as dívidas dos bancos. E outros investidores compraram desses investidores, que compraram de outros…
Num dia qualquer, o americano recebeu pelo correio vários boletos de pagamento de hipotecas de bancos diferentes. Só que ele só tinha renda pra pagar um só, pois ele gastou todo o dinheiro que recebeu dos bancos. O que aconteceu?
O americano foi ao primeiro banco e disse:
- "Eu não vou poder te pagar".
O banco foi ao investidor chinês e disse:
- "Eu não vou poder te pagar porque meu cliente não me pagou".
E o chinês disse pro italiano:
- "Eu não vou poder te pagar porque o banco não me pagou".
O italiano falou o mesmo pro inglês, que falou pro sul-africano, que falou pro árabe. O americano foi aos outros bancos declarou o mesmo que tinha falado ao primeiro; os bancos falaram a mesma coisa para os que tinham comprado suas dívidas. Isso aconteceu aos milhões de americanos que não tiveram como pagar suas hipotecas.
Conforme ditava o contrato da hipoteca, todos os bancos falaram para o americano:
- "Ok, se você não vai me pagar, me dá sua casa que a gente vai vender e ficar com o valor dela".
Porém, era uma casa de 300 mil dólares para pagar uma dívida de 8 bancos e 32 investidores. Milhões de americanos tiveram suas casas vendidas ao mesmo tempo, o que fez o valor delas cairem drasticamente. Por exemplo, o que valia 300 mil agora não vale nem 100 mil e ainda tem 8 bancos disputando pra ver quem vai vendê-la primeiro.
Resumo da ópera: o americano voltou para o aluguel ou para a casa dos pais, os bancos faliram porque não conseguiram recuperar o valor das dívidas - já que a alta oferta de imóveis barateou os preços - e os investidores tiveram prejuízo. Para cobrir seus prejuízos, retiraram dinheiro de outros mercados em que investiam, incluindo o Brasil. Essa ação fez a bolsa de valores cair, afetando investidores locais que nada tinham a ver com isso e obrigou os preços ao consumidor a serem reajustados para cobrir prejuízos dos investidores locais. Pronto, finalmente a crise chegou até você!
Quem já assistiu ao filme "Efeito Borboleta" conhece a teoria que está por trás disso tudo. E, além do mais, agora você pode entender porque, aqui no Brasil, as financeiras emprestam pouco dinheiro para quem não pode comprovar renda, e mais dinheiro para quem pode comprovar.
No Brasil, os bancos e investidores nacionais não compraram os títulos hipotecários americanos porque aqui existe um título mais atrativo e rentável: os títulos públicos federais. Com isso, a crise não chegou com tanta força aqui como chegou em outros países. O impacto foi sentido basicamente apenas na BOVESPA, com a saída do capital estrangeiro. Com a ajuda financeira do governo americano aos seus bancos, alguns deles deverão ter suas dívidas compradas pelo contribuinte americano, que não está nada satisfeito com toda essa história.
terça-feira, 16 de setembro de 2008
Monografia
Finalmente!!! Entreguei a minha monografia de conclusão da pós-graduação! Como havia prometido antes, disponibilizei uma versão da monografia no Google Docs para quem estiver com vontade de ler o meu trabalho.
Agora, com mais tempo livre, poderei voltar a postar neste blog como vinha fazendo antes. Aguardem!
Agora, com mais tempo livre, poderei voltar a postar neste blog como vinha fazendo antes. Aguardem!
terça-feira, 12 de agosto de 2008
Artigo na JavaMagazine
Eis que é publicado o meu primeiro artigo na revista JavaMagazine, edição 60. Para quem não conhece, essa revista é especializada na plataforma Java da qual sou desenvolvedor há mais de cinco anos. Escrevi o artigo em conjunto com Serge Rehem, sobre BeansBinding.Espero que mais artigos venham no futuro! Bye!
Update (14/09/2005): Veja o artigo em PDF disponibilizado no 4Shared.
quinta-feira, 26 de junho de 2008
Jogado às traças
Eu compreendo você, prezado visitante. Sei como você se sente quando chega aqui e não encontra nada atualizado no meu blog. Devo-lhe desculpas e peço que me perdoe. A culpa disso tudo é que estou dando mais atenção à minha monografia de conclusão da pós-graduação e, quando tudo isso terminar, prometo voltar ao ritmo normal de postagens. Até lá, uma vez ou outra eu posto algo aqui.
Obrigado!
Obrigado!
domingo, 18 de maio de 2008
Vícios na direção veicular
Vamos ficar atentos à essas dicas. São informações importantes para conservação e manutenção do veículo. Alguns dos vícios listados passam de pai para filho e continuam causando prejuízos aos proprietários. Os problemas vão desde a postura ao dirigir ao comportamento no trânsito, passando por falsas idéias de economia.
EMBREAGEM - Muitos brasileiros deixam o pé apoiado sobre o pedal da embreagem quando dirigem. É um dos vícios mais comuns e difícil de ser superado. As alavancas desse sistema são responsáveis por multiplicar de oito para 400 quilos o peso aplicado sobre o pedal e separar o disco de embreagem do platô. O pé constantemente apoiado sobre o pedal acelera o desgaste do disco, molas e rolamentos em até 40%.
MÃO NA ALAVANCA - Dirigir com a mão pesando sobre a alavanca de marchas força o trambulador (peça fundamental na ligação entre o câmbio e as engrenagens da transmissão) e seus terminais, que podem desgastar-se excessivamente.
QUEBRA-MOLAS - Outro mau hábito é o de passar em uma lombada transversalmente (cada roda de uma vez). Essa prática pode danificar as buchas da suspensão, amortecedores e rolamentos. Além disso, provoca maior torção da carroceria, o que pode empenar o monobloco.
BANGUELA - Na ânsia por economizar, alguns motoristas deixam o carro em ponto morto nas descidas. Nos veículos que têm injeção eletrônica, essa prática aumenta o consumo, além de sobrecarregar o sistema de freios, que não poderá contar com o freio motor para auxiliá-lo.
PEGAR NO TRANCO - Deve ser evitado em carros com injeção eletrônica, pois, se a bateria estiver arriada, a central eletrônica não funcionará com menos de 8 volts. Nesse caso, mesmo que o motor funcione, há ainda o risco da correia dentada não suportar o tranco e “pular alguns dentes”, quebrando a harmonia de funcionamento do motor e criando o sério risco de empenar as válvulas. Nesse caso, o prejuízo é grande, pois o motor terá que ser aberto em sua parte superior. Outro problema decorrente deste hábito é que o combustível não queimado que descer pelo coletor de escape pode danificar de forma irreversível o catalisador (os mais baratos custam cerca de R$ 400). Por fim, se for fazer a famosa “chupeta” (ligar uma bateria em bom estado na descarregada), tome cuidado para não inverter os pólos. Isso poderia queimar a central eletrônica, que custa mais de R$ 1.000,00.
ÚLTIMA ACELERADA - Motoristas que têm esse hábito antes de desligar o carro não sabem que isso só serve para desperdiçar gasolina e aumentar as chances de danificar o motor. Isso porque o combustível não queimado irá “lavar” o óleo das paredes do cilindro do motor. Quando ligar o carro novamente, anéis e pistão vão funcionar, por alguns instantes, sem lubrificação e desgastar mais rápido.
BRAÇO NA JANELA - Além do perigo de não conseguir fazer uma manobra de emergência, pode custar multa de R$ 85,13 e perda de quatro pontos no prontuário.
NÃO ESQUENTE - Veículos mais novos, que têm injeção eletrônica, não precisam ser aquecidos antes de entrar em movimento. O sistema programa a lubrificação e a mistura ar/combustível. Além disso, a maior eficiência da bomba de óleo e de gasolina proporcionam o desempenho adequado mesmo com o motor frio.
ESTACIONAMENTO - Apoiar o pneu no passeio faz com que ele sofra a pressão do peso do veículo. Isso pode gerar uma deformação na estrutura, alterar a capacidade de resistência e uniformidade do pneu, além de afetar as condições de balanceamento do conjunto rodas/pneus.
SUSPENSÃO - Ao ver um buraco na estrada, alguns motoristas têm a péssima mania de frear bruscamente. Com a roda travada, o impacto é muito maior, o que sobrecarrega a suspensão e o próprio sistema de freios. A roda venceria este obstáculo muito mais facilmente, se estivesse em movimento.
DIREÇÃO HIDRAÚLICA - Não gire o volante com direção hidráulica com o motor desligado. Isso pode forçar a tampa do reservatório, causando derramamento de fluído ou, até mesmo, deslocar a tampa. Mesmo com o motor funcionando, não se deve deixar o volante completamente virado por mais de 15 segundos. Nessa condição, o óleo é bastante aquecido pela bomba da direção hidráulica, o que pode causar danos no sistema e ruídos.
ENCHENTE - Passar por trechos alagados pode ser bastante oneroso para o proprietário do carro, caso o motor aspire água em vez de ar, provocando o calço hidráulico: como o pistão recebe água, que não se comprime, pode travar o motor e entortar as bielas, danificando-as seriamente. Evite passar por locais alagados quando a água ultrapassar a metade da roda.
Fonte: e-mail recebido hoje pela manhã.
EMBREAGEM - Muitos brasileiros deixam o pé apoiado sobre o pedal da embreagem quando dirigem. É um dos vícios mais comuns e difícil de ser superado. As alavancas desse sistema são responsáveis por multiplicar de oito para 400 quilos o peso aplicado sobre o pedal e separar o disco de embreagem do platô. O pé constantemente apoiado sobre o pedal acelera o desgaste do disco, molas e rolamentos em até 40%.
MÃO NA ALAVANCA - Dirigir com a mão pesando sobre a alavanca de marchas força o trambulador (peça fundamental na ligação entre o câmbio e as engrenagens da transmissão) e seus terminais, que podem desgastar-se excessivamente.
QUEBRA-MOLAS - Outro mau hábito é o de passar em uma lombada transversalmente (cada roda de uma vez). Essa prática pode danificar as buchas da suspensão, amortecedores e rolamentos. Além disso, provoca maior torção da carroceria, o que pode empenar o monobloco.BANGUELA - Na ânsia por economizar, alguns motoristas deixam o carro em ponto morto nas descidas. Nos veículos que têm injeção eletrônica, essa prática aumenta o consumo, além de sobrecarregar o sistema de freios, que não poderá contar com o freio motor para auxiliá-lo.
PEGAR NO TRANCO - Deve ser evitado em carros com injeção eletrônica, pois, se a bateria estiver arriada, a central eletrônica não funcionará com menos de 8 volts. Nesse caso, mesmo que o motor funcione, há ainda o risco da correia dentada não suportar o tranco e “pular alguns dentes”, quebrando a harmonia de funcionamento do motor e criando o sério risco de empenar as válvulas. Nesse caso, o prejuízo é grande, pois o motor terá que ser aberto em sua parte superior. Outro problema decorrente deste hábito é que o combustível não queimado que descer pelo coletor de escape pode danificar de forma irreversível o catalisador (os mais baratos custam cerca de R$ 400). Por fim, se for fazer a famosa “chupeta” (ligar uma bateria em bom estado na descarregada), tome cuidado para não inverter os pólos. Isso poderia queimar a central eletrônica, que custa mais de R$ 1.000,00.
ÚLTIMA ACELERADA - Motoristas que têm esse hábito antes de desligar o carro não sabem que isso só serve para desperdiçar gasolina e aumentar as chances de danificar o motor. Isso porque o combustível não queimado irá “lavar” o óleo das paredes do cilindro do motor. Quando ligar o carro novamente, anéis e pistão vão funcionar, por alguns instantes, sem lubrificação e desgastar mais rápido.
BRAÇO NA JANELA - Além do perigo de não conseguir fazer uma manobra de emergência, pode custar multa de R$ 85,13 e perda de quatro pontos no prontuário.NÃO ESQUENTE - Veículos mais novos, que têm injeção eletrônica, não precisam ser aquecidos antes de entrar em movimento. O sistema programa a lubrificação e a mistura ar/combustível. Além disso, a maior eficiência da bomba de óleo e de gasolina proporcionam o desempenho adequado mesmo com o motor frio.
ESTACIONAMENTO - Apoiar o pneu no passeio faz com que ele sofra a pressão do peso do veículo. Isso pode gerar uma deformação na estrutura, alterar a capacidade de resistência e uniformidade do pneu, além de afetar as condições de balanceamento do conjunto rodas/pneus.SUSPENSÃO - Ao ver um buraco na estrada, alguns motoristas têm a péssima mania de frear bruscamente. Com a roda travada, o impacto é muito maior, o que sobrecarrega a suspensão e o próprio sistema de freios. A roda venceria este obstáculo muito mais facilmente, se estivesse em movimento.
DIREÇÃO HIDRAÚLICA - Não gire o volante com direção hidráulica com o motor desligado. Isso pode forçar a tampa do reservatório, causando derramamento de fluído ou, até mesmo, deslocar a tampa. Mesmo com o motor funcionando, não se deve deixar o volante completamente virado por mais de 15 segundos. Nessa condição, o óleo é bastante aquecido pela bomba da direção hidráulica, o que pode causar danos no sistema e ruídos.
ENCHENTE - Passar por trechos alagados pode ser bastante oneroso para o proprietário do carro, caso o motor aspire água em vez de ar, provocando o calço hidráulico: como o pistão recebe água, que não se comprime, pode travar o motor e entortar as bielas, danificando-as seriamente. Evite passar por locais alagados quando a água ultrapassar a metade da roda.Fonte: e-mail recebido hoje pela manhã.
sábado, 10 de maio de 2008
Carros populares a diesel
Circula pelos servidores de e-mail da Internet, um pronunciamento do Senador Gerson Camata (PMDB-ES) no qual pede a revisão da portaria que proíbe a venda de carros populares a diesel no mercado nacional. Após ler a íntegra do discurso, fiquei pensando se realmente não seria melhor comprarmos carros movidos a diesel, ao invés de gasolina e álcool.
O motor diesel é reconhecidamente mais eficiente do que os seus equivalentes à gasolina. Quando foi inventado, pelo alemão Rudolf Diesel, funcionava com óleo vegetal obtido do amendoim; posteriormente, o combustível foi substituído pelo gasóleo (hidrocarboneto derivado do petróleo). Hoje, existem experiências de usos de biodiesel e outros óleos vegetais nesses tipos de motores, tornando a queima mais limpa e menos impactante no meio ambiente.
Segundo eu me recordo das aulas de Máquinas e Equipamentos na Escola Técnica Federal da Bahia, onde concluí o curso técnico de Estradas, os motores a diesel têm uma eficiência térmica superior a dos motores a gasolina porque trabalham mais próximo do nível ideal e com uma taxa de compressão maior. Principalmente em marchas lentas, o motor diesel possui uma eficiência muito grande em relação à gasolina. Por isso, é a escolha natural para máquinas pesadas como tratores e caminhões.
O motor a diesel gasta menos combustível para manter o mesmo ritmo de trabalho de outros motores. Esse era o objetivo de Rudolf Diesel quando o inventou: criar um motor de alta eficiência. O motor a gasolina aspira uma mistura de gasolina e ar, comprime-a e faz a ignição com uma centelha. Um motor a diesel puxa o ar, comprime-o e então injeta o combustível no ar comprimido, o calor do ar comprimido inflama o combustível espontaneamente. Além disso, o motor a diesel comprime os gases dentro do pistão com uma taxa muito mais alta do que o motor a gasolina.
O diesel tem uma densidade energética mais alta do que a gasolina. Em média, 1 galão (3,785 litros) de diesel contém aproximadamente 1,1742 vezes mais energia do que 1 galão de gasolina. Isto, combinado com a maior eficiência dos motores a diesel, explica por que eles obtêm uma melhor quilometragem por litro do que motores a gasolina equivalentes.
Lembrando tudo isso, apóio o Senador e apelo às autoridades deste País que liberem o uso de diesel nos carros populares. Seria melhor para o Brasil que exportasse toda a gasolina e diesel (derivado de petróleo) e ficássemos apenas com o biodiesel. E o álcool? Deixa a plantação de cana-de-açúcar para fazer cachaça e produzir açúcar pro povo!
O motor diesel é reconhecidamente mais eficiente do que os seus equivalentes à gasolina. Quando foi inventado, pelo alemão Rudolf Diesel, funcionava com óleo vegetal obtido do amendoim; posteriormente, o combustível foi substituído pelo gasóleo (hidrocarboneto derivado do petróleo). Hoje, existem experiências de usos de biodiesel e outros óleos vegetais nesses tipos de motores, tornando a queima mais limpa e menos impactante no meio ambiente.
Segundo eu me recordo das aulas de Máquinas e Equipamentos na Escola Técnica Federal da Bahia, onde concluí o curso técnico de Estradas, os motores a diesel têm uma eficiência térmica superior a dos motores a gasolina porque trabalham mais próximo do nível ideal e com uma taxa de compressão maior. Principalmente em marchas lentas, o motor diesel possui uma eficiência muito grande em relação à gasolina. Por isso, é a escolha natural para máquinas pesadas como tratores e caminhões.O motor a diesel gasta menos combustível para manter o mesmo ritmo de trabalho de outros motores. Esse era o objetivo de Rudolf Diesel quando o inventou: criar um motor de alta eficiência. O motor a gasolina aspira uma mistura de gasolina e ar, comprime-a e faz a ignição com uma centelha. Um motor a diesel puxa o ar, comprime-o e então injeta o combustível no ar comprimido, o calor do ar comprimido inflama o combustível espontaneamente. Além disso, o motor a diesel comprime os gases dentro do pistão com uma taxa muito mais alta do que o motor a gasolina.
O diesel tem uma densidade energética mais alta do que a gasolina. Em média, 1 galão (3,785 litros) de diesel contém aproximadamente 1,1742 vezes mais energia do que 1 galão de gasolina. Isto, combinado com a maior eficiência dos motores a diesel, explica por que eles obtêm uma melhor quilometragem por litro do que motores a gasolina equivalentes.
Lembrando tudo isso, apóio o Senador e apelo às autoridades deste País que liberem o uso de diesel nos carros populares. Seria melhor para o Brasil que exportasse toda a gasolina e diesel (derivado de petróleo) e ficássemos apenas com o biodiesel. E o álcool? Deixa a plantação de cana-de-açúcar para fazer cachaça e produzir açúcar pro povo!
sábado, 26 de abril de 2008
Pedestres e a saga da faixa de pedestre
O tema continua atual!
Eu postei sobre isso aqui, em julho de 2007.
Minha amiga Geovana postou recentemente sobre isso também.
Fica a pergunta: o que as autoridades fizeram sobre isso? Resposta: nada.
Eu postei sobre isso aqui, em julho de 2007.
Minha amiga Geovana postou recentemente sobre isso também.
Fica a pergunta: o que as autoridades fizeram sobre isso? Resposta: nada.
quinta-feira, 24 de abril de 2008
Terremoto no interior de São Paulo
Recebi hoje essa piada, por e-mail, e fiz algumas adaptações para as notícias atuais.
"Depois dos terremotos ocorridos em quatro estados do Brasil, o Governo Brasileiro resolveu cobrir todo o país. O então recém-criado Centro Sísmico Nacional, poucos dias após entrar em funcionamento, já detectou que haveria um grande terremoto no Sudeste do país.
Assim, enviou um telegrama à delegacia de polícia de Icó, uma cidadezinha no interior do Estado do São Paulo.
Dizia a mensagem: 'Urgente. Possível movimento sísmico na zona. Muito perigoso. Richter 7. Epicentro a 3 km da cidade. Tomem medidas e informem resultados com urgência.'
Somente uma semana depois, o Centro Sísmico recebeu um telegrama que dizia: 'Aqui é da Polícia de Icó. Movimento sísmico totalmente desarticulado. Richter tentou se evadir, mas foi abatido a tiros. Desativamos as zonas. Todas as putas estão presas. Epicentro, Epifânio, Epicleison e os outros cinco irmãos estão detidos. Não respondemos antes porque houve um terremoto da porra aqui."
"Depois dos terremotos ocorridos em quatro estados do Brasil, o Governo Brasileiro resolveu cobrir todo o país. O então recém-criado Centro Sísmico Nacional, poucos dias após entrar em funcionamento, já detectou que haveria um grande terremoto no Sudeste do país.
Assim, enviou um telegrama à delegacia de polícia de Icó, uma cidadezinha no interior do Estado do São Paulo.
Dizia a mensagem: 'Urgente. Possível movimento sísmico na zona. Muito perigoso. Richter 7. Epicentro a 3 km da cidade. Tomem medidas e informem resultados com urgência.'
Somente uma semana depois, o Centro Sísmico recebeu um telegrama que dizia: 'Aqui é da Polícia de Icó. Movimento sísmico totalmente desarticulado. Richter tentou se evadir, mas foi abatido a tiros. Desativamos as zonas. Todas as putas estão presas. Epicentro, Epifânio, Epicleison e os outros cinco irmãos estão detidos. Não respondemos antes porque houve um terremoto da porra aqui."
quinta-feira, 17 de abril de 2008
Simetria Matemática
1 x 8 + 1 = 9
12 x 8 + 2 = 98
123 x 8 + 3 = 987
1234 x 8 + 4 = 9876
12345 x 8 + 5 = 98765
123456 x 8 + 6 = 987654
1234567 x 8 + 7 = 9876543
12345678 x 8 + 8 = 98765432
123456789 x 8 + 9 = 987654321
9 x 9 + 7 = 88
98 x 9 + 6 = 888
987 x 9 + 5 = 8888
9876 x 9 + 4 = 88888
98765 x 9 + 3 = 888888
987654 x 9 + 2 = 8888888
9876543 x 9 + 1 = 88888888
98765432 x 9 + 0 = 888888888
1 x 9 + 2 = 11
12 x 9 + 3 = 111
123 x 9 + 4 = 1111
1234 x 9 + 5 = 11111
12345 x 9 + 6 = 111111
123456 x 9 + 7 = 1111111
1234567 x 9 + 8 = 11111111
12345678 x 9 + 9 = 111111111
123456789 x 9 + 10 = 1111111111
1 x 1 = 1
11 x 11 = 121
111 x 111 = 12321
1111 x 1111 = 1234321
11111 x 11111 = 123454321
111111 x 111111 = 12345654321
1111111 x 1111111 = 1234567654321
11111111 x 11111111 = 123456787654321
111111111 x 111111111 = 12345678987654321
Legal né?
12 x 8 + 2 = 98
123 x 8 + 3 = 987
1234 x 8 + 4 = 9876
12345 x 8 + 5 = 98765
123456 x 8 + 6 = 987654
1234567 x 8 + 7 = 9876543
12345678 x 8 + 8 = 98765432
123456789 x 8 + 9 = 987654321
9 x 9 + 7 = 88
98 x 9 + 6 = 888
987 x 9 + 5 = 8888
9876 x 9 + 4 = 88888
98765 x 9 + 3 = 888888
987654 x 9 + 2 = 8888888
9876543 x 9 + 1 = 88888888
98765432 x 9 + 0 = 888888888
1 x 9 + 2 = 11
12 x 9 + 3 = 111
123 x 9 + 4 = 1111
1234 x 9 + 5 = 11111
12345 x 9 + 6 = 111111
123456 x 9 + 7 = 1111111
1234567 x 9 + 8 = 11111111
12345678 x 9 + 9 = 111111111
123456789 x 9 + 10 = 1111111111
1 x 1 = 1
11 x 11 = 121
111 x 111 = 12321
1111 x 1111 = 1234321
11111 x 11111 = 123454321
111111 x 111111 = 12345654321
1111111 x 1111111 = 1234567654321
11111111 x 11111111 = 123456787654321
111111111 x 111111111 = 12345678987654321
Legal né?
domingo, 13 de abril de 2008
O sentido do matrimônio
Recebi por e-mail nesta semana o texto abaixo vindo de minha esposa. Espero que gostem do conteúdo assim como eu me identifiquei muito com ele.
(Autor desconhecido)
O café da manhã que mamãe preparava era maravilhoso! Embora fôssemos uma
família humilde, minha mãe sempre preparava com muito carinho a primeira
refeição do dia. Era ovo frito com farinha, outro dia era ovo escaldado, depois
era bife com pão, lingüiça com ovo e pão... Tudo feito com simplicidade.
Ao acordar, naquela manhã, quando retornei da 'lua de mel', para ir ao
trabalho, pensei que encontraria a mesa posta, o café da manhã preparado. Como
estava acostumado com a casa da mamãe, pensei que acordaria com aquele gostoso cheirinho que vinha sempre da cozinha lá de casa. Olhei para o lado e vi minha esposa, Neusa, dormindo profundamente. Feito um anjinho - de pedra!
Raspei a garganta, fiz barulho tentando acordá-la. Nada! Fui para o
trabalho irritado, de barriga vazia. O local do trabalho ficava a uns cinco
minutos do apartamento que alugávamos. Ao me sentar na mesa de trabalho,
sentindo a estômago roncar, abri a Bíblia no seguinte trecho: 'O que quereis que
os homens vos façam, fazei-o também a eles' (Lucas 6:31).
Disse pra mim mesmo: 'O Senhor não precisa dizer mais nada'. Lá pelas nove
horas da manhã, hora em que se podia tirar alguns minutos para o café, dei um
jeito de ir até o apartamento, não sem antes passar em uma padaria e comprar
algumas guloseimas. Preparei o café da manhã e levei na cama para Neusa. Ela
acordou com aquele sorriso tão lindo! Estamos para completar Bodas de Prata.
Nesses quase vinte e cinco anos de casamento, continuo repetindo esse gesto
todos os dias. E com muito amor!
Estou longe de ser um bom marido, mas a cada dia me esforço ao
máximo... Tenho muito a melhorar, tenho de ser mais santo, mais paciente,
mais carinhoso. Sinto-me ainda longe disso, pois o modelo que estou mirando
é Jesus: 'Maridos, continuai a amar as vossas esposas, assim como Cristo amou a
igreja e se entregou por ela' (Efésios 5:25).
O matrimônio é um desafio, pois a todo o momento temos que perdoar e pedir
perdão. A cada dia temos que buscar forças em Deus, pois sem Ele nada podemos
fazer.
Quando Paulo se despedia dos cristãos em Éfeso, citou uma bela frase : 'Há
mais felicidade em dar do que há em receber' (Atos 20:35). Quando se descobre
isso no matrimônio, se descobre o princípio da felicidade.
Por que muitos casamentos não tem ido adiante? Porque o egoísmo tomou conta
do casal. É o 'cada um por si' que vigora.
Estamos na sociedade do descartável: copo descartável, prato descartável,
etc. Pessoas não são descartáveis, porém, o que não é descartável precisa ser
cuidado para ser durável.
O mundo precisa do testemunho dos casais de que o matrimônio vale a pena!
E, para que isso aconteça, é necessário um cuidado amoroso e carinhoso por parte
do marido e da esposa. Ambos têm o dever de cuidar um do outro com renovados
gestos de carinho e perdão diariamente.
É preciso declarar, todos os dias o amor, em gestos e palavras. A primeira
palavra que sempre digo para minha esposa ao iniciar o dia é: 'Eu amo você'. Não
é fácil dizer isso às vezes, pois muitas vezes acordo de mal comigo mesmo. Faça
isso agora também. Declare seu amor!
Aos solteiros e aos que ainda não se casaram, quero dizer o seguinte: 'Se
você estiver pensando em casar para ser feliz, não se case! Fique como está,
solteiro mesmo'. Mas, se sua intenção é casar para fazer alguém feliz, case-se e
você será a pessoa mais feliz do mundo!
O segredo da felicidade é fazer o outro feliz!
(Autor desconhecido)
quinta-feira, 10 de abril de 2008
Como sair de uma crise financeira
Quando falamos em finanças pessoais, logo nos vêm à mente investimentos e controle orçamentário. Porém, muitos ainda não chegaram à confortável situação de ter algo sobrando no final do mês. Essas pessoas costumam dizer: "sobra mês para o meu salário". Como fazer para acabar com uma crise financeira? Como fazer para sobrar dinheiro para investir?
O primeiro passo é admitir que você está numa crise. E, se você está em crise, você tem que tomar atitudes que permitam que você saia da crise, tornando-a temporária, e não permanente.
Mais preocupante do que a dificuldade que as pessoas têm em poupar é a facilidade que têm em se endividar. Antes do Plano Real, era praticamente impossível obter um financiamento pois os bancos concentravam-se em oferecê-los para as empresas. Desde então, o acesso ao crédito mudou, ficou mais fácil, e as pessoas não pensam duas vezes em comprometer uma grande parcela de seu orçamento com financiamento de bens que, até pouco tempo, não eram tão essenciais. O que ninguém pensou é que, ao adquirir essas dívidas, elas não se prepararam para uma eventualidade como perder o emprego, saúde ruim ou reformas dentro de casa. Se tinham uma situação confortável, de repente se vêem diante de uma dívida crescente.
Muitas pessoas não admitem que estão passando por uma crise financeira e continuam consumindo produtos que muitas vezes nem são necessários para elas. Para que você precisa trocar de carro nesse momento se você está devendo "na praça"? Por outro lado, existem outras pessoas que sabem de sua crise atual, ficam deprimidas, e vão para o shopping comprar roupas para "relaxar". Isso só vai tornar a crise mais longa.
O próximo passo é identificar o que pode ser cortado do orçamento. Sempre existe algo em nossos hábitos que pode ser cortado para amenizar uma crise.
Vivemos em uma sociedade de consumo e, nela, as pessoas compram por impulso ou por causa do status social que podem adquirir. Se você está passando por uma crise financeira, precisa diminuir as suas despesas para poder aliviar o seu orçamento. A recomendação é que corte o máximo que puder, para que a crise termine o mais rápido possível. São exemplos de cortes: não usar chuveiro elétrico e desligar o freezer (economia de luz), lavar o carro com um balde (economia de água), converter o plano do celular para pré-pago, ir ao mercado com uma lista de necessidades e comprar apenas o que consta na lista, etc.
Para identificar os itens que estão pesando no seu orçamento, habitue-se a anotar as suas despesas em uma planilha (pode ser em papel mesmo) e, no final do mês, veja por onde o seu dinheiro mais sai. Você vai se espantar ao perceber certos hábitos seus que passam despercebidos na rotina diária.
Outro passo a ser tomado é acertar as suas contas de uma vez. Se você tem pagamentos demais para serem feitos, priorize-os de acordo com o risco que oferecem. O primeiro risco que você corre é ser considerado inadimplente e incluído no cadastro de maus pagadores do Banco Central. Outro risco é ter o bem (imóvel ou carro) tomado pela instituição de crédito por falta de pagamento. Analise as condições previstas nos financiamentos para só depois priorizar os pagamentos. Nos casos de endividamento de bens valiosos, vale a pena pagar os encargos financeiros do cartão e do cheque especial por alguns meses do que correr o risco de ter o bem retomado.
Ainda que existam momentos em que seja necessário priorizar os pagamentos, o ideal é que você consiga recuperar o seu equilíbrio financeiro o mais rápido possível. Por equilíbrio, entenda-se, não ter mais do que 30% de seu orçamento mensal líquido comprometido com pagamento de prestações. Use este limite para ajudá-lo a tomar decisões de consumo; adie uma compra até conseguir quitar outra dívida.
Como o número de inadimplentes no Brasil é alto, muitas instituições e lojas adotam uma forma mais flexível de negociar as dívidas. As brigas na Justiça são caras para ambas as partes e os credores preferem receber alguma coisa do que não receber nada. Portanto, para quem se encontra endividado, o momento não pode ser melhor para tentar renegociar suas dívidas. Mas cuidado para não abusar da boa sorte: as instituições podem, no futuro, não fazer mais negócios contigo.
Por fim, com a crise amenizando, aprenda com seus erros e controle-se para não cair em tentação novamente. Lembre-se de que nunca devemos dar um passo maior do que a perna. Isso significa nunca gastar mais do que temos, por mais que isto seja muito tentador.
Encerro este post com 10 dicas do Prof. José Hélio para sair do vermelho:
1) Evite usar o cheque especial ou pagar parcialmente o cartão de crédito;
2) Controle os saldos do cartão de crédito com mais freqüência para evitar que você gaste além do necessário;
3) Coloque as dívidas no papel e veja quanto elas te consomem - não contraia novas dívidas sem antes saber o tamanho do seu problema;
4) Elabore um plano radical de enxugamento de gastos para que a dívida seja amortizada o mais rápido possível;
5) Quanto mais intenso for o pagamentos das dívidas, menor será o tempo que você conviverá com elas;
6) Acabe de vez com a tentação das compras à prazo;
7) Use todos os tipos de poupança que você tem - não adianta ter investimentos e perder mais dinheiro com juros das dívidas;
8) Fuja de atividades de lazer pagas - aprenda a valorizar coisas da vida que não custam nada, como passear ao ar livre ou reunir-se com os amigos e a família;
9) Enquanto não conseguir quitar suas dívidas, substitua-as por outras mais baratas - compare as taxas de juros para reduzir a dívida;
10) Faça seu plano de "guerra" junto com a família - é importante que todos estejam engajados e motivem uns aos outros.
Boa sorte!!!
O primeiro passo é admitir que você está numa crise. E, se você está em crise, você tem que tomar atitudes que permitam que você saia da crise, tornando-a temporária, e não permanente.
Mais preocupante do que a dificuldade que as pessoas têm em poupar é a facilidade que têm em se endividar. Antes do Plano Real, era praticamente impossível obter um financiamento pois os bancos concentravam-se em oferecê-los para as empresas. Desde então, o acesso ao crédito mudou, ficou mais fácil, e as pessoas não pensam duas vezes em comprometer uma grande parcela de seu orçamento com financiamento de bens que, até pouco tempo, não eram tão essenciais. O que ninguém pensou é que, ao adquirir essas dívidas, elas não se prepararam para uma eventualidade como perder o emprego, saúde ruim ou reformas dentro de casa. Se tinham uma situação confortável, de repente se vêem diante de uma dívida crescente.
Muitas pessoas não admitem que estão passando por uma crise financeira e continuam consumindo produtos que muitas vezes nem são necessários para elas. Para que você precisa trocar de carro nesse momento se você está devendo "na praça"? Por outro lado, existem outras pessoas que sabem de sua crise atual, ficam deprimidas, e vão para o shopping comprar roupas para "relaxar". Isso só vai tornar a crise mais longa.
O próximo passo é identificar o que pode ser cortado do orçamento. Sempre existe algo em nossos hábitos que pode ser cortado para amenizar uma crise.
Vivemos em uma sociedade de consumo e, nela, as pessoas compram por impulso ou por causa do status social que podem adquirir. Se você está passando por uma crise financeira, precisa diminuir as suas despesas para poder aliviar o seu orçamento. A recomendação é que corte o máximo que puder, para que a crise termine o mais rápido possível. São exemplos de cortes: não usar chuveiro elétrico e desligar o freezer (economia de luz), lavar o carro com um balde (economia de água), converter o plano do celular para pré-pago, ir ao mercado com uma lista de necessidades e comprar apenas o que consta na lista, etc.
Para identificar os itens que estão pesando no seu orçamento, habitue-se a anotar as suas despesas em uma planilha (pode ser em papel mesmo) e, no final do mês, veja por onde o seu dinheiro mais sai. Você vai se espantar ao perceber certos hábitos seus que passam despercebidos na rotina diária.
Outro passo a ser tomado é acertar as suas contas de uma vez. Se você tem pagamentos demais para serem feitos, priorize-os de acordo com o risco que oferecem. O primeiro risco que você corre é ser considerado inadimplente e incluído no cadastro de maus pagadores do Banco Central. Outro risco é ter o bem (imóvel ou carro) tomado pela instituição de crédito por falta de pagamento. Analise as condições previstas nos financiamentos para só depois priorizar os pagamentos. Nos casos de endividamento de bens valiosos, vale a pena pagar os encargos financeiros do cartão e do cheque especial por alguns meses do que correr o risco de ter o bem retomado.
Ainda que existam momentos em que seja necessário priorizar os pagamentos, o ideal é que você consiga recuperar o seu equilíbrio financeiro o mais rápido possível. Por equilíbrio, entenda-se, não ter mais do que 30% de seu orçamento mensal líquido comprometido com pagamento de prestações. Use este limite para ajudá-lo a tomar decisões de consumo; adie uma compra até conseguir quitar outra dívida.
Como o número de inadimplentes no Brasil é alto, muitas instituições e lojas adotam uma forma mais flexível de negociar as dívidas. As brigas na Justiça são caras para ambas as partes e os credores preferem receber alguma coisa do que não receber nada. Portanto, para quem se encontra endividado, o momento não pode ser melhor para tentar renegociar suas dívidas. Mas cuidado para não abusar da boa sorte: as instituições podem, no futuro, não fazer mais negócios contigo.
Por fim, com a crise amenizando, aprenda com seus erros e controle-se para não cair em tentação novamente. Lembre-se de que nunca devemos dar um passo maior do que a perna. Isso significa nunca gastar mais do que temos, por mais que isto seja muito tentador.
Encerro este post com 10 dicas do Prof. José Hélio para sair do vermelho:
1) Evite usar o cheque especial ou pagar parcialmente o cartão de crédito;
2) Controle os saldos do cartão de crédito com mais freqüência para evitar que você gaste além do necessário;
3) Coloque as dívidas no papel e veja quanto elas te consomem - não contraia novas dívidas sem antes saber o tamanho do seu problema;
4) Elabore um plano radical de enxugamento de gastos para que a dívida seja amortizada o mais rápido possível;
5) Quanto mais intenso for o pagamentos das dívidas, menor será o tempo que você conviverá com elas;
6) Acabe de vez com a tentação das compras à prazo;
7) Use todos os tipos de poupança que você tem - não adianta ter investimentos e perder mais dinheiro com juros das dívidas;
8) Fuja de atividades de lazer pagas - aprenda a valorizar coisas da vida que não custam nada, como passear ao ar livre ou reunir-se com os amigos e a família;
9) Enquanto não conseguir quitar suas dívidas, substitua-as por outras mais baratas - compare as taxas de juros para reduzir a dívida;
10) Faça seu plano de "guerra" junto com a família - é importante que todos estejam engajados e motivem uns aos outros.
Boa sorte!!!
domingo, 30 de março de 2008
Pós-graduação
Na última sexta-feira, eu conclui as minhas aulas na pós-graduação. Estou cursando a Especialização em Sistemas de Informação com Ênfase em Componentes Distribuídos e Web, na Faculdade Ruy Barbosa, e agora, só falta escrever a monografia e apresentá-la.
No intuito de ajudar a quem está querendo cursar uma pós nessa área, vou resumir as minhas impressões sobre as matérias, os professores e a instituição. Para ajudar a massagear o meu ego, colocarei também as notas de avaliação que obtive em cada uma das matérias.
Módulo 1 - Análise Orientada a Objetos - Profª. Rita Suzana
Nessa disciplina foi visto, basicamente, a linguagem UML. Apesar de constar na ementa que seriam estudados também processos de desenvolvimento, em sala de aula só trabalhamos a construção de diagramas de casos de uso, de classes, de seqüência, e de atividades. No trabalho prático, foi exigido também o diagrama de estados. Minha expectativa é de que fôssemos também trabalhar com modelagem ágil e o RUP, mas isso não aconteceu.
Minha nota: 10,0.
Módulo 2 - Programação Orientada a Objetos - Prof. João Gualberto
Essa disciplina deveria se chamar Programação em Java. Foram trabalhados, em sala de aula, os conceitos de orientação a objetos, peculiaridades da linguagem Java e da plataforma da Sun; vimos como construir programas gráficos usando Swing, como usar threads, e como estruturar uma aplicação em camadas. O trabalho prático foi implementar parte do escopo da modelagem feita no Módulo 1, divido em camadas e com acesso a banco de dados. Eu penso que deveria ter sido ensinado também, nesse módulo, a linguagem C# e aspectos da plataforma .NET da Microsoft, ou criar um outro módulo para tal.
Minha nota: 9,0.
Módulo 3 - Bancos de Dados Orientados a Objetos - Profª. Tricia Santos
A minha expectativa nessa disciplina era de ver SGBDOO's como DB4O ou Neodatis ODB. Apesar no nome, a professora só abordou o banco de dados Oracle e sua funcionalidades objeto-relacionais; na minha opinião, uma gambiarra no banco de dados. Na ementa constava que veríamos o banco Jasmine, mas isso não aconteceu. O trabalho prático foi bastante complicado de ser feito. Os exercícios práticos cobrados levaram bastante tempo para serem feitos, e isso atrapalhou bastante as pessoas que não conseguiram arranjar tempo na rotina diária para respondê-los.
Minha nota: 9,4.
Módulo 4 - Projeto de Interfaces - Prof. José Maria David
Minha expectativa com essa disciplina era de que aprenderíamos muito sobre interface de aplicações web, mas o que o professor mostrou foram teorias relacionadas com interface em geral, e só ao final, ele direcionou um pouco para interface web. O trabalho prático foi feito em sala de aula mesmo, baseado nos trabalhos dos Módulos 1 e 2.
Minha nota: 8,0.
Módulo 5 - Componentes de Software e Aplicações Web I - Prof. João Gualberto
Componentização através de JavaBeans, servlets, JSP e frameworks Struts e JSF, foram os assuntos vistos nessa disciplina. O professor gosta muito da IDE Netbeans, por isso fica muito mais fácil fazer o trabalho prático dele nessa IDE. O trabalho foi pegar a aplicação do Módulo 2, mudar a camada de apresentação para permitir acesso web, e mudar o acesso a banco de dados para ser através de pool de conexões.
Minha nota: 8,0.
No intuito de ajudar a quem está querendo cursar uma pós nessa área, vou resumir as minhas impressões sobre as matérias, os professores e a instituição. Para ajudar a massagear o meu ego, colocarei também as notas de avaliação que obtive em cada uma das matérias.
Módulo 1 - Análise Orientada a Objetos - Profª. Rita Suzana
Nessa disciplina foi visto, basicamente, a linguagem UML. Apesar de constar na ementa que seriam estudados também processos de desenvolvimento, em sala de aula só trabalhamos a construção de diagramas de casos de uso, de classes, de seqüência, e de atividades. No trabalho prático, foi exigido também o diagrama de estados. Minha expectativa é de que fôssemos também trabalhar com modelagem ágil e o RUP, mas isso não aconteceu.
Minha nota: 10,0.
Módulo 2 - Programação Orientada a Objetos - Prof. João Gualberto
Essa disciplina deveria se chamar Programação em Java. Foram trabalhados, em sala de aula, os conceitos de orientação a objetos, peculiaridades da linguagem Java e da plataforma da Sun; vimos como construir programas gráficos usando Swing, como usar threads, e como estruturar uma aplicação em camadas. O trabalho prático foi implementar parte do escopo da modelagem feita no Módulo 1, divido em camadas e com acesso a banco de dados. Eu penso que deveria ter sido ensinado também, nesse módulo, a linguagem C# e aspectos da plataforma .NET da Microsoft, ou criar um outro módulo para tal.
Minha nota: 9,0.
Módulo 3 - Bancos de Dados Orientados a Objetos - Profª. Tricia Santos
A minha expectativa nessa disciplina era de ver SGBDOO's como DB4O ou Neodatis ODB. Apesar no nome, a professora só abordou o banco de dados Oracle e sua funcionalidades objeto-relacionais; na minha opinião, uma gambiarra no banco de dados. Na ementa constava que veríamos o banco Jasmine, mas isso não aconteceu. O trabalho prático foi bastante complicado de ser feito. Os exercícios práticos cobrados levaram bastante tempo para serem feitos, e isso atrapalhou bastante as pessoas que não conseguiram arranjar tempo na rotina diária para respondê-los.
Minha nota: 9,4.
Módulo 4 - Projeto de Interfaces - Prof. José Maria David
Minha expectativa com essa disciplina era de que aprenderíamos muito sobre interface de aplicações web, mas o que o professor mostrou foram teorias relacionadas com interface em geral, e só ao final, ele direcionou um pouco para interface web. O trabalho prático foi feito em sala de aula mesmo, baseado nos trabalhos dos Módulos 1 e 2.
Minha nota: 8,0.
Módulo 5 - Componentes de Software e Aplicações Web I - Prof. João Gualberto
Componentização através de JavaBeans, servlets, JSP e frameworks Struts e JSF, foram os assuntos vistos nessa disciplina. O professor gosta muito da IDE Netbeans, por isso fica muito mais fácil fazer o trabalho prático dele nessa IDE. O trabalho foi pegar a aplicação do Módulo 2, mudar a camada de apresentação para permitir acesso web, e mudar o acesso a banco de dados para ser através de pool de conexões.
Minha nota: 8,0.
Módulo 6 - Componentes de Software e Aplicações Web II - Prof. Eliseu Souza
Componentização através de DLL's, programação em C#, ASPX e framework .NET. Se tivéssemos tido anteriormente uma disciplina para a linguagem C#, essa disciplina teria sido mais proveitosa, pois tivemos ainda que aprender a programar nessa linguagem. O trabalho foi passar a aplicação Java do Módulo 5 para .NET, o que acabou se transformando numa rica experiência sobre a diferença entre as duas plataformas.Minha nota: 9,5.
Módulo 7 - Padrões de Projeto e Frameworks - Prof. Edeyson Gomes
Design patterns na veia! Essa disciplina abordou um pouco de construção de frameworks e alguns padrões de projeto mais usados. O trabalho prático foi a implementação, em Java, com requisitos passados pelo professor, dos padrões de projeto Singleton, Factory Method, Abstract Factory, Decorator, Observer, Iterator, Adapter, State, Strategy, e Template Method.
Minha nota: 10,0.
Design patterns na veia! Essa disciplina abordou um pouco de construção de frameworks e alguns padrões de projeto mais usados. O trabalho prático foi a implementação, em Java, com requisitos passados pelo professor, dos padrões de projeto Singleton, Factory Method, Abstract Factory, Decorator, Observer, Iterator, Adapter, State, Strategy, e Template Method.
Minha nota: 10,0.
Módulo 8 - Componentes Distribuídos e Web Services I - Prof. João Gualberto
Componentização distribuída na plataforma Java, com CORBA, RMI e EJB's. Um ponto bom dessa disciplina foi a atualização para o novo padrão EJB3. Assim, vimos como usar EJB Session, EJB Entity e EJB Message, além da criação de Web Services com EJB. O trabalho prático foi transformar a aplicação do Módulo 5 para usar EJB's e criar uma web service para disponibilizar serviços de acesso à aplicação.
Minha nota: 10,0.
Componentização distribuída na plataforma Java, com CORBA, RMI e EJB's. Um ponto bom dessa disciplina foi a atualização para o novo padrão EJB3. Assim, vimos como usar EJB Session, EJB Entity e EJB Message, além da criação de Web Services com EJB. O trabalho prático foi transformar a aplicação do Módulo 5 para usar EJB's e criar uma web service para disponibilizar serviços de acesso à aplicação.
Minha nota: 10,0.
Módulo 9 - Componentes Distribuídos e Web Services II - Prof. Marcos Lapa
Nessa disciplina, vimos como a componentização distribuída é feita na plataforma .NET, com COM+ e .NET Remoting, além de aprender a criar Web Services. O trabalho prático foi modificar a aplicação do Módulo 6 para aplicar os conceitos aprendidos nesse módulo.Minha nota: 9,0.
Módulo 10 - Programação Orientada a Aspectos - Prof. João Gualberto
Nessa disciplina foram trabalhados os conceitos de Orientação a Aspectos, com a linguagem Java e o compilador AspectJ. O trabalho prático foi feito em sala de aula mesmo, e abordou implementar padrões de projeto com aspectos.Minha nota: 9,5.
Módulo 11 - Extreme Programming e Refactoring - Prof. Edeyson Gomes
As técnicas e princípios que envolvem XP foram apresentados e trabalhados em sala de aula. O professor estendeu o conteúdo da disciplina colocando testes unitários e a ferramenta JUnit. O trabalho prático foi implementar uma primeira versão de um sistema fictício, documentar as mudanças especificadas, e testar tudo usando JUnit.Minha nota: 9,5.
Módulo 12 - Segurança de Aplicações Web e Comércio Eletrônico - Prof. Sandro Andrade
As variações de criptografia, simétrica e assimétrica, usando a linguagem Java, foram os primeiros assuntos vistos nessa disciplina. Vimos também o funcionamento do JAAS (Java Authorization and Authentication Service) e como implementar segurança usando o container JBoss. O trabalho prático foi implementar a segurança numa aplicação de comércio eletrônico dada pelo professor, colocando login e senha via JAAS para acessar o carrinho, criptografia para o número de cartão de crédito, e configuração SSL para a transação.Minha nota: 9,5.
Módulo 13 - Arquitetura Orientada a Serviços - Prof. José Maria David
O assunto da moda no momento: SOA. Nessa disciplina, extremamente teórica, vimos os conceitos dessa arquitetura, suas vantagens e desvantagens, e relações com tecnologias EJB e Web Services. Pela primeira vez, tivemos prova ao invés de trabalho prático.Minha nota: 10,0.
Módulo 14 - Modelagem e Otimização de Projetos de Negócio - Profª. Raimunda Queiroz
Para finalizar a evolução do desenvolvimento de sistemas (Orientação a Objetos, Orientação a Aspectos, e SOA), encerramos com Modelagem de Processos. A professora abordou a especificação de processos de negócio, os conceitos de integração de sistemas, ferramentas BPM e EAI, e otimização e melhorias de processos dentro de uma organização. A avaliação final consistiu em ler textos com os assuntos e fazer uma apresentação, rápida, para o restante da sala.Minha nota: 9,0.
Sobre o curso
No geral, o curso levaria de mim uma nota 8,0. Pecou um pouco em falta de organização, com informações desencontradas entre alguns professores e a coordenação, e com aulas sendo desmarcadas e remarcadas em cima da hora - só melhorou depois que a turma reclamou muito. Além disso, quem não soubesse programar em Java não iria para a frente nesse curso. Destaques positivos para o conteúdo, bem atualizado, e para alguns professores que demonstraram bastante conhecimento dos assuntos e paciência para explicar várias vezes a mesma coisa aos alunos.Enfim, quando eu concluir minha monografia, postarei aqui um link para ela e vocês poderão conhecê-la, ok?
segunda-feira, 24 de março de 2008
Títulos do Tesouro Nacional
Desde o ano passado, eu tenho estudado como aplicar melhor o dinheiro que me sobra no final do mês. Como tenho mais informações do que a grande maioria dos meus amigos, eles sempre me perguntam qual é o melhor investimento do momento e eu sempre respondo: depende.Investimento é a aplicação de algum recurso com a expectativa de receber algum retorno no futuro; de preferência, com valor superior ao valor do recurso aplicado. Nesse sentido, investir refere-se tanto a dinheiro como a bens materiais e imateriais. No sentido monetário, investir é aplicar dinheiro com expectativa de lucro sobre ele.
O investimento mais popular no Brasil é a caderneta de poupança. Esse tipo de aplicação é o mais conservador do mercado e, por isso, é o que rende menos juros. O rendimento da poupança é composto de 0,5% ao mês + a taxa referencial (TR) da data de aniversário da aplicação. No ano de 2006, a poupança rendeu 7,58% ao ano; no ano de 2007, rendeu 7,70% ao ano.
Isso é pouco, se considerarmos que os juros de financiamento imobiliário estão dando lucros aos bancos que oscilam entre 8% e 15% ao ano. Esse é outro ponto no mundo dos investimentos: quanto maior o risco, maior a chance de obter mais lucro. A poupança não tem risco nenhum (é quase zero), por isso rende pouco. Ações na Bolsa de Valores têm risco elevado, por isso rendem tanto, ou dão prejuízos. Logo, qual seria a melhor alternativa à poupança, sem crescer tantos os riscos de perda do dinheiro investido? Resposta: os títulos públicos do Tesouro Nacional.
Os títulos públicos são papéis emitidos pelos poderes públicos federal, estadual e municipal, com o objetivo de captar recursos para o financiamento de suas atividades e da dívida pública mobiliária. Na prática, é você, cidadão, emprestando dinheiro ao governo em troca de remuneração sobre o capital aplicado. O risco dos títulos públicos está nos governos não honrarem o pagamento da dívida, o que praticamente inexiste numa economia estável como a atual. Para minimizar o risco, minha sugestão é a compra apenas de títulos públicos federais; se o Brasil quebrar, até os bancos estarão falidos e ninguém irá te pagar nada. O Tesouro Nacional é o órgão federal que controla a emissão e o pagamento dos títulos públicos federais.
Os tipos de títulos públicos federais são:
- Letras do Tesouro Nacional (LTN). São títulos pré-fixados, ou seja, com os juros definidos no momento da compra. A remuneração é através da taxa SELIC no momento da aplicação do dinheiro.
- Letras Financeiras do Tesouro (LFT). São títulos pós-fixados, ou seja, com os juros definidos no momento da venda. A remuneração é através da taxa SELIC no momento do resgate do dinheiro aplicado.
- Notas do Tesouro Nacional (NTN). São títulos pós-fixados. A remuneração é através de uma taxa de juros fixa + um índice de correção determinado, calculado no momento do resgate.
Confira a rentabilidade de alguns títulos públicos, ofertados em 20/03/2008:
Reparem como é muito melhor do que investir na poupança e com um risco levemente superior (poupança está no banco; se o Brasil quebra, os bancos quebram e ninguém te paga nada). Eu tenho gosto especial pelos títulos NTN-B porque eles são remunerados com a acompanhamento da inflação (índice IPCA); se a inflação disparar, o meu dinheiro é corrigido também.
Para facilitar esse tipo de investimento, o governo federal lançou o serviço Tesouro Direto. Qualquer cidadão que tenha o cadastro no sistema e, no mínimo, R$ 200,00, pode emprestar o seu dinheiro ao governo. Existem bancos que são conveniados para serem operadores do sistema. O Banco do Brasil é um deles e cobra apenas 0,5% como taxa de operação. Basta ir à sua agência e pedir para mudar o seu cadastro para poder acessar o sistema.
O mundo dos investimentos é amplo, cheio de opções. A melhor dica que posso dar é: busquem informações. Acompanhar o noticiário e ler livros específicos ajudará você a entender e poder aplicar melhor o seu dinheiro.
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