Todas as vezes que viajo para Alagoinhas ou para o Litoral Norte, quando preciso acessar Internet do meu notebook, fico sempre limitado à existência de uma conexão na casa em que fico. Para suprir essa minha necessidade, comecei a pesquisar sobre o acesso via rede 3G das operadoras de celular.
Como o meu uso é esporádico, busquei um plano em que eu pagasse apenas quando fosse necessário usar. Dentre as operadoras existentes, interessei-me pela Tim com seu plano de acesso Web pré-pago. Antes, passei na Oi e comprei um modem 3G desbloqueado pois tinha certeza de que precisaria mais tarde trocar de operadora conforme a região em que fosse acessar.
No dia 22 de abril eu comprei um chip pré-pago da Tim com o objetivo de acessar a Internet via rede 3G. Eu queria fazer testes com o acesso da Tim. Tentei ativar o plano chamado Pacote Dia e o atendente informou que era preciso recarregar antes com créditos.
No dia 23 de abril fiz uma recarga de 15 reais na lotérica e liguei para o atendimento. O rapaz da Tim disse que fez o cadastro do plano no meu pré-pago e que já poderia utilizar o acesso pré-pago. Fiz os procedimentos para ativação via SMS mas a confirmação final nunca vinha. Esperei para ver se não era lentidão da rede e nada!
No dia 24 de abril, liguei para o atendimento e expliquei toda a situação. A moça me explicou que a linha ainda não estava ativada pois eu precisava fazer uma ligação tarifada (ou seja, gastar meus créditos fazendo uma ligação inútil) para o sistema desbloquear minha linha. Porque o rapaz do dia anterior não me disse nada? Me fez perder o meu tempo com essa bobagem.
Após ligar, passando um trote em minha esposa, fiz os procedimentos para ativação da Internet via SMS e... nada! A mensagem de confirmação final nunca vinha. Liguei para o atendimento da Tim e expliquei tudo novamente. A menina do outro lado da linha disse que podia ser uma lentidão da rede e que era para aguardar 24 horas. Se eu estivesse precisando da Internet naquele momento, quer dizer que eu deveria ter previsto isso no passado e ativando antes? Esse serviço é para ser imediato, na hora, on-line. Nada de esperar "x" horas para funcionar.
No dia 27 de abril, liguei novamente pois tinha se passado mais de 48 horas e a mensagem de confirmação não havia chegado. Após passar por quatro atendentes, a moça consultou até a alma do sistema de atendimento e descobriu que minha linha não estava localizando os meus créditos de recarga. E pior, os créditos estavam sumindo e nada de serviço funcionar. Ela me disse que não sabia mais o que fazer e iria abrir um chamado para o suporte de último nível. Prazo: cinco dias úteis para uma resposta.
Finalmente, no dia 30 de abril, me ligam para dar a resposta de que eu já poderia utilizar o serviço. Mas os créditos não seriam restituídos pois a Tim cobra por cada SMS enviado, até mesmo para ativação de serviços. Que covardia! Fui assaltado pela operadora Tim em plena luz do dia! Fiz os procedimentos com os poucos créditos que sobraram e consegui finalmente acessar a Internet via o plano pré-pago da Tim depois de esperar 4 horas pela confirmação. Sim! Quatro horas se passaram para que eu conseguisse autorização para acessar a Internet.
Conclusão: se eu quiser acessar Internet agora com o meu modem 3G e meu chip pré-pago da Tim, terei que fazer outra recarga pois só me sobraram R$ 0,89 de créditos, e prever que eu usarei o serviço daqui a algumas horas para começar a enviar o SMS solicitando o serviço.
Só não estou mais revoltado com a situação porque meu uso com essa Internet é ocasional. Para o meu uso constante eu tenho GVT e estou satisfeitíssimo.
quinta-feira, 30 de abril de 2009
quarta-feira, 15 de abril de 2009
GVT vai à Justiça e denuncia a Oi por práticas anticompetitivas
Essa é uma notícia que eu acho que merece divulgação e destaque, visando promover a livre concorrência no mercado.
Fonte: Convergência Digital
"Uma concorrência pra lá de acirrada virou confronto direto entre a GVT e a Oi, com direito a boletins de ocorrência e pelo menos três processos, dois na Justiça Federal e um na Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). A GVT acusa a Oi de conduta anticompetitiva, com medidas que passam pelo corte de cabos telefônicos a interferência no processo de transferência de clientes a partir da portabilidade numérica.
Segundo a GVT, a Oi seria responsável pelo corte de cabos telefônicos em edifícios, registrando cinco casos em Salvador (BA) e um no Distrito Federal. Em nota, a GVT diz que “após devidamente flagrado, o Grupo Oi assumiu a responsabilidade pelo corte proposital de cabos em Salvador e numa cidade Satélite do Distrito Federal”.
(...)
A GVT também afirma ter registrado três mil ligações originadas do call center da Oi, no que chama de "fraude no processo de portabilidade numérica", descoberta a partir de ligações telefônicas feitas para o call center da GVT, com pedidos de cancelamento do serviço que permite ao consumidor trocar de operadora e manter o número do telefone, a partir das centrais de atendimento do Grupo Oi localizadas em Niterói (RJ), Fortaleza (CE), Goiânia (GO) e Curitiba (PR).
De acordo com a GVT, atendentes do Grupo Oi simulavam ser os usuários da Oi ou Brasil Telecom solicitando o cancelamento da portabilidade que “por vezes chegaram a ser desmascarados pelos atendentes da GVT antes do fim da ligação”. Também segundo a nota da GVT, “o Grupo Oi manifestou-se oficialmente reconhecendo a realização das ligações e a Anatel emitiu circular reiterando a proibição da prática executada por atendentes do Grupo Oi”.
(...)
A GVT apresentou ainda à Anatel, suspeitas em relação a problemas técnicos. Na nota, a empresa afirma que “identificou no último ano um número fora do normal de defeitos nos elementos de rede de telecomunicações disponibilizados pelo Grupo Oi a GVT. Evidências demonstrando que o volume de defeitos é muito superior ao registrado historicamente e superior ao verificado em outras concessionárias com as quais a GVT mantém contratos”.
(...)"
Fonte: Convergência Digital
"Uma concorrência pra lá de acirrada virou confronto direto entre a GVT e a Oi, com direito a boletins de ocorrência e pelo menos três processos, dois na Justiça Federal e um na Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). A GVT acusa a Oi de conduta anticompetitiva, com medidas que passam pelo corte de cabos telefônicos a interferência no processo de transferência de clientes a partir da portabilidade numérica.
Segundo a GVT, a Oi seria responsável pelo corte de cabos telefônicos em edifícios, registrando cinco casos em Salvador (BA) e um no Distrito Federal. Em nota, a GVT diz que “após devidamente flagrado, o Grupo Oi assumiu a responsabilidade pelo corte proposital de cabos em Salvador e numa cidade Satélite do Distrito Federal”.
(...)
A GVT também afirma ter registrado três mil ligações originadas do call center da Oi, no que chama de "fraude no processo de portabilidade numérica", descoberta a partir de ligações telefônicas feitas para o call center da GVT, com pedidos de cancelamento do serviço que permite ao consumidor trocar de operadora e manter o número do telefone, a partir das centrais de atendimento do Grupo Oi localizadas em Niterói (RJ), Fortaleza (CE), Goiânia (GO) e Curitiba (PR).
De acordo com a GVT, atendentes do Grupo Oi simulavam ser os usuários da Oi ou Brasil Telecom solicitando o cancelamento da portabilidade que “por vezes chegaram a ser desmascarados pelos atendentes da GVT antes do fim da ligação”. Também segundo a nota da GVT, “o Grupo Oi manifestou-se oficialmente reconhecendo a realização das ligações e a Anatel emitiu circular reiterando a proibição da prática executada por atendentes do Grupo Oi”.
(...)
A GVT apresentou ainda à Anatel, suspeitas em relação a problemas técnicos. Na nota, a empresa afirma que “identificou no último ano um número fora do normal de defeitos nos elementos de rede de telecomunicações disponibilizados pelo Grupo Oi a GVT. Evidências demonstrando que o volume de defeitos é muito superior ao registrado historicamente e superior ao verificado em outras concessionárias com as quais a GVT mantém contratos”.
(...)"
sábado, 28 de março de 2009
Curitiba, final (infelizmente)
Ontem chegamos tão cansados da viagem que fomos dormir cedo. Por isso, tive que deixar o post final para escrever hoje.
Não fizemos nada além de comprar lembranças e andar pela última vez no Calçadão da XV. Assim, deixei para esse post um conjunto de observações nossas e comentários sobre Curitiba; uma típica "raspa do tacho".
27/03/2009
Após o café da manhã no hotel, saímos para o Calçadão da XV para comprar lembranças numa loja que vimos no primeiro dia. Eu e Rosinha temos uma tradição de comprar imãs de geladeira em todos os lugares para os quais viajamos. Um dia eu coloco uma foto aqui no blog mostrando como está a nossa geladeira, hehehe. Quando voltamos, era a hora da tristeza pois as malas precisavam ser arrumadas para nosso retorno a Salvador.
Depois que fechamos a conta no hotel, pegamos um táxi para o Shopping Estação. Lá almoçamos na microcervejaria Bier Hoff, com buffet a R$ 12,90 por pessoa. Antes, tomamos um chopp artesanal que é feito pelo próprio restaurante; simplesmente, uma delícia! Achei melhor do que o chopp no Bar do Alemão.

Depois do almoço, pegamos o ônibus executivo para o aeroporto e esperamos até a hora do voo para Salvador. Chegamos por volta das 19h, sob uma temperatura de 29ºC. Para quem acabava de chegar de Curitiba, senti logo o calor e o suor começando a escorrer na cara.
Raspa do tacho sobre Curitiba
> Água gelada nas torneiras
Todas as torneiras que abrimos, sejam em banheiros públicos ou no quarto do hotel, jorravam água gelada. Só tinha visto isso em Brasília. Não tenho muito conhecimento sobre isso mas acredito que seja em razão da altitude - Curitiba está a 934 m acima do nível do mar e Brasília a mais de 1000 m.
> Casas de madeira
Em Curitiba existem muitas casas feitas de madeira, influência das culturas alemã, polonesa e ucraniana. Segundo o nosso guia do passeio para Morretes, os europeus dominavam muito bem a tecnologia da marcenaria e encontraram em Curitiba farta quantidade de pinheiros e araucárias, madeiras de boa qualidade. Vejam um exemplo na foto abaixo que tiramos de dentro do trem para Morretes.

> Casas com reboco
Quem já visitou Salvador percebe que aqui existem muitas casas sem reboco. O efeito disso é que a cidade fica parecendo que tem um monte de favelas em todos os seus morros. Lá, em Curitiba, é raríssimo você ver uma casa que não esteja devidamente rebocada.
> Pássaros Quero-quero
Eu e Rosinha nos divertimos muito no Parque Barigui observando alguns pássaros chamados de Quero-quero. Eles andam um pouco e param, feito estátuas. Andam mais um pouco e param. Inclinam a cabeça e param. Parece que eles estão eternamente brincando de estátua. Também encontramos alguns no Jardim Botânico.

> Comida barata
O curitibano come bem e barato. Buffets livres por pessoa a R$ 4,50 e R$ 5,50 são normais no centro da cidade. Nos shoppings, variam entre R$ 10,90 a R$ 16,90. O mais caro que ficamos sabendo era o do restaurante Madalosso, no bairro Santa Felicidade, que custava R$ 25,00 por pessoa.
Além disso, eles tem nomes diferentes para algumas coisas que em outras cidades também existem:
- pingado: é a média aqui em Salvador, ou seja, o café com leite;
- cueca virada: é uma massa de empada, virada ao avesso e frita para servir de petisco;
- vina: é a salsicha que conhecemos aqui em Salvador (não é a tipo viena, é a normal).
> O sol
Tivemos sorte em pegar um tempo bom em Curitiba e vermos o sol todos os dias. No voo de ida, um curitibano que trabalha na Bahia sentou na poltrona ao lado da minha e, no batepapo, nos advertiu que o sol de Curitiba queimava mais do que o de Salvador. Eu achei estranho porque Salvador é mais quente, mas ele achava que era por causa da altitude: ar mais rarefeito do que o de Salvador.
Com isso, sempre passamos protetor solar antes de sair para nossos passeios. E era verdade! Algumas partes do corpo que não ficaram protegidas (como a minha careca, por exemplo) ficaram queimadas. Não chegou a ser queimadura grave, mas queimou mais do que o normal. Em Salvador eu só queimo quando vou à praia; em Curitiba, basta dar um passeio em dia de sol para se queimar.
> Fumo e bitucas de cigarro
Já havia comentado isso em posts anteriores: a maioria dos curitibanos fumam. Era impossível andar pela cidade sem sentir cheiro de cigarro e levar uma baforada na cara. No chão, várias pontas de cigarro, principalmente no Calçadão da XV. As entradas dos shoppings eram abarrotadas de fumantes pois dentro é proibido fumar. Foi a única coisa que odiamos em Curitiba.
> Simpatia dos curitibanos
Antes de irmos para Curitiba, pesquisamos muito sobre o modo de vida dos curitibanos e sempre encontrávamos referências dizendo que as pessoas eram fechadas, frias e não gostam de quem vinha de fora. Assim, já fomos com certo receio e preparados para o que viesse a acontecer.
Superando essa expectativa, o que encontramos foram pessoas extremamente simpáticas, atenciosas e receptivas. Desde o pessoal do hotel (apesar da obrigação deles em atender bem) até os cobradores das estações que nos deram informações para andar de ônibus por lá, todos foram bons conosco. Só teve uma exceção com um garçom de um café, e por isso nem ficamos lá muito tempo.
Talvez exista realmente uma minoria que seja fria e fechada como achávamos e, infelizmente, a maioria leva a fama por eles. Ainda bem que o povo curitibano não é assim.
Final
Enfim, Curitiba é uma bela cidade! Deu até vontade de ir morar lá. No dia 29 de março ela completará 316 anos de fundação; no mesmo dia, Salvador completará 460 anos. Apenas 144 anos separam a história dessas duas cidades mas, devido à diferença histórica de colonização, as duas desenvolveram-se de forma completamente diferente.
Parabéns a Curitiba pelo seu aniversário. Espero retornar em breve!
Não fizemos nada além de comprar lembranças e andar pela última vez no Calçadão da XV. Assim, deixei para esse post um conjunto de observações nossas e comentários sobre Curitiba; uma típica "raspa do tacho".
27/03/2009
Após o café da manhã no hotel, saímos para o Calçadão da XV para comprar lembranças numa loja que vimos no primeiro dia. Eu e Rosinha temos uma tradição de comprar imãs de geladeira em todos os lugares para os quais viajamos. Um dia eu coloco uma foto aqui no blog mostrando como está a nossa geladeira, hehehe. Quando voltamos, era a hora da tristeza pois as malas precisavam ser arrumadas para nosso retorno a Salvador.
Depois que fechamos a conta no hotel, pegamos um táxi para o Shopping Estação. Lá almoçamos na microcervejaria Bier Hoff, com buffet a R$ 12,90 por pessoa. Antes, tomamos um chopp artesanal que é feito pelo próprio restaurante; simplesmente, uma delícia! Achei melhor do que o chopp no Bar do Alemão.
Depois do almoço, pegamos o ônibus executivo para o aeroporto e esperamos até a hora do voo para Salvador. Chegamos por volta das 19h, sob uma temperatura de 29ºC. Para quem acabava de chegar de Curitiba, senti logo o calor e o suor começando a escorrer na cara.
Raspa do tacho sobre Curitiba
> Água gelada nas torneiras
Todas as torneiras que abrimos, sejam em banheiros públicos ou no quarto do hotel, jorravam água gelada. Só tinha visto isso em Brasília. Não tenho muito conhecimento sobre isso mas acredito que seja em razão da altitude - Curitiba está a 934 m acima do nível do mar e Brasília a mais de 1000 m.
> Casas de madeira
Em Curitiba existem muitas casas feitas de madeira, influência das culturas alemã, polonesa e ucraniana. Segundo o nosso guia do passeio para Morretes, os europeus dominavam muito bem a tecnologia da marcenaria e encontraram em Curitiba farta quantidade de pinheiros e araucárias, madeiras de boa qualidade. Vejam um exemplo na foto abaixo que tiramos de dentro do trem para Morretes.
> Casas com reboco
Quem já visitou Salvador percebe que aqui existem muitas casas sem reboco. O efeito disso é que a cidade fica parecendo que tem um monte de favelas em todos os seus morros. Lá, em Curitiba, é raríssimo você ver uma casa que não esteja devidamente rebocada.
> Pássaros Quero-quero
Eu e Rosinha nos divertimos muito no Parque Barigui observando alguns pássaros chamados de Quero-quero. Eles andam um pouco e param, feito estátuas. Andam mais um pouco e param. Inclinam a cabeça e param. Parece que eles estão eternamente brincando de estátua. Também encontramos alguns no Jardim Botânico.
> Comida barata
O curitibano come bem e barato. Buffets livres por pessoa a R$ 4,50 e R$ 5,50 são normais no centro da cidade. Nos shoppings, variam entre R$ 10,90 a R$ 16,90. O mais caro que ficamos sabendo era o do restaurante Madalosso, no bairro Santa Felicidade, que custava R$ 25,00 por pessoa.
Além disso, eles tem nomes diferentes para algumas coisas que em outras cidades também existem:
- pingado: é a média aqui em Salvador, ou seja, o café com leite;
- cueca virada: é uma massa de empada, virada ao avesso e frita para servir de petisco;
- vina: é a salsicha que conhecemos aqui em Salvador (não é a tipo viena, é a normal).
> O sol
Tivemos sorte em pegar um tempo bom em Curitiba e vermos o sol todos os dias. No voo de ida, um curitibano que trabalha na Bahia sentou na poltrona ao lado da minha e, no batepapo, nos advertiu que o sol de Curitiba queimava mais do que o de Salvador. Eu achei estranho porque Salvador é mais quente, mas ele achava que era por causa da altitude: ar mais rarefeito do que o de Salvador.
Com isso, sempre passamos protetor solar antes de sair para nossos passeios. E era verdade! Algumas partes do corpo que não ficaram protegidas (como a minha careca, por exemplo) ficaram queimadas. Não chegou a ser queimadura grave, mas queimou mais do que o normal. Em Salvador eu só queimo quando vou à praia; em Curitiba, basta dar um passeio em dia de sol para se queimar.
> Fumo e bitucas de cigarro
Já havia comentado isso em posts anteriores: a maioria dos curitibanos fumam. Era impossível andar pela cidade sem sentir cheiro de cigarro e levar uma baforada na cara. No chão, várias pontas de cigarro, principalmente no Calçadão da XV. As entradas dos shoppings eram abarrotadas de fumantes pois dentro é proibido fumar. Foi a única coisa que odiamos em Curitiba.
> Simpatia dos curitibanos
Antes de irmos para Curitiba, pesquisamos muito sobre o modo de vida dos curitibanos e sempre encontrávamos referências dizendo que as pessoas eram fechadas, frias e não gostam de quem vinha de fora. Assim, já fomos com certo receio e preparados para o que viesse a acontecer.
Superando essa expectativa, o que encontramos foram pessoas extremamente simpáticas, atenciosas e receptivas. Desde o pessoal do hotel (apesar da obrigação deles em atender bem) até os cobradores das estações que nos deram informações para andar de ônibus por lá, todos foram bons conosco. Só teve uma exceção com um garçom de um café, e por isso nem ficamos lá muito tempo.
Talvez exista realmente uma minoria que seja fria e fechada como achávamos e, infelizmente, a maioria leva a fama por eles. Ainda bem que o povo curitibano não é assim.
Final
Enfim, Curitiba é uma bela cidade! Deu até vontade de ir morar lá. No dia 29 de março ela completará 316 anos de fundação; no mesmo dia, Salvador completará 460 anos. Apenas 144 anos separam a história dessas duas cidades mas, devido à diferença histórica de colonização, as duas desenvolveram-se de forma completamente diferente.
Parabéns a Curitiba pelo seu aniversário. Espero retornar em breve!
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