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sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Como não ficar com o nome grifado em rosa no Gmail

Essa dica é de extrema importância para todos os machistas que possuem Gmail. Se você não tem um Gmail, ou se até tiver, mas não o usa como email principal, está dando mole. Lamento profundamente. É o melhor sistema de e-mail já criado no mundo. Ponto.

Quem tem Gmail já percebeu que nas discussões entre vários remetentes, onde as mensagens ficam agrupadas, cada remetente fica grifado com uma cor diferenciada, muito comum quando você está falando de algum assunto em uma lista ou fórum.

Já teve o desprazer de ter seu nome grifado em rosa? Sim, imagine você discutindo sobre linguagens de programação, ou algum assunto importante para a humanidade, e quando vai listar as respostas aparece seu nome grifado em rosinha. O Google ri de você nesse momento e deixa um código no cookie do seu browser indicando que você é uma bichona.

Mas, como se livrar desse mal e só sair com cores de macho no Gmail? Muito simples caro macho alfa das outras: basta nunca ser o quinto respondente.

O infeliz quinto elemento que responder ou comentar algo será grifado como "rosinha" para todo o sempre, até que a discussão chegue ao fim e uma nova seja aberta.

Existem outras cores que também deixarão todos rindo de você e soltando piadinhas infames, principalmente o sujeito que iniciar a discussão que é um verde e o segundo, o vermelho sangue! Ser o first aqui vale a pena, e não é coisa de idiota querer ser o primeiro a comentar em algum post.

Segue a listagem com 10 cores que o Gmail grifa os remetentes:
  1. Verde Escuro
  2. Vermelho Sangue Infernal
  3. Roxinho
  4. Amarelo
  5. Rosinha
  6. Azul-Verde
  7. Verde-Azul
  8. Rosinha escuro
  9. Amarelo Escuro
  10. Roxo-Azul

E não importa se depois de você ter sido o quinto a responder falar novamente, seu nome sempre será rosinha. Deixe seus amigos se estreparem, deixe tudo estrategicamente armado para aquele cara que você não gosta ser o rosinha e o humilhe na frente de seus outros coleguinhas.

É infalível e a depender da pessoa funciona melhor do que um roundhouse kick direto na caixa dos peito. Fiquem ligados agora ok?

Fonte: e-mail.

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Project Natal

No post anterior eu falei do CamSpace e da maravilha que é controlar o computador com coisas reais. E será que dá pra controlar somente com gestos e expressões? A Microsoft está preparando isso para seu console XBox. O nome do experimento é Project Natal.



Dá pra imaginar muitos usos para essa tecnologia. Rosinha gostou da parte em que a menina no vídeo experimenta a roupa virtualmente sem precisar ficar tirando e pondo na real.

CamSpace

Já pensou movimentar suas ações com o computador usando objetos reais ao alcance de sua mão? Já pensou jogar ping-pong no computador usando latas de Coca-Cola? E que tal tocar um piano golpeando bastões coloridos no ar?

Essa tecnologia já existe e pode ser usada agora por você, basta conectar QUALQUER WEBCAM ao seu computador e instalar o CamSpace. Veja no vídeo abaixo como funciona o produto. É gratuito e está disponível para download no site do fabricante.



Achei fascinante: uma prova de como o futuro será melhor do que imaginamos.

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Novo visual para o blog

Já estava de saco cheio do visual desse blog. Então, fui atrás de templates para a ferramenta Blogger e achei alguns interessantes.

Este que vocês estão vendo foi escolhido não só por ser bonito e elegante mas também por permitir três colunas, ter rodapé e caixa de busca no site. Além disso, acessar esse blog via celular ou iPhone ficou muito melhor.

Ainda estou personalizando esse template que baixei no site BTemplates, tentando dar uma cara mais charmosa ao blog. Já mexi bastante no código dele mas ainda falta arrumar o CSS direitinho.

Em breve, voltaremos com mais postagens!

quinta-feira, 30 de abril de 2009

Odisséia 3G

Todas as vezes que viajo para Alagoinhas ou para o Litoral Norte, quando preciso acessar Internet do meu notebook, fico sempre limitado à existência de uma conexão na casa em que fico. Para suprir essa minha necessidade, comecei a pesquisar sobre o acesso via rede 3G das operadoras de celular.

Como o meu uso é esporádico, busquei um plano em que eu pagasse apenas quando fosse necessário usar. Dentre as operadoras existentes, interessei-me pela Tim com seu plano de acesso Web pré-pago. Antes, passei na Oi e comprei um modem 3G desbloqueado pois tinha certeza de que precisaria mais tarde trocar de operadora conforme a região em que fosse acessar.

No dia 22 de abril eu comprei um chip pré-pago da Tim com o objetivo de acessar a Internet via rede 3G. Eu queria fazer testes com o acesso da Tim. Tentei ativar o plano chamado Pacote Dia e o atendente informou que era preciso recarregar antes com créditos.

No dia 23 de abril fiz uma recarga de 15 reais na lotérica e liguei para o atendimento. O rapaz da Tim disse que fez o cadastro do plano no meu pré-pago e que já poderia utilizar o acesso pré-pago. Fiz os procedimentos para ativação via SMS mas a confirmação final nunca vinha. Esperei para ver se não era lentidão da rede e nada!

No dia 24 de abril, liguei para o atendimento e expliquei toda a situação. A moça me explicou que a linha ainda não estava ativada pois eu precisava fazer uma ligação tarifada (ou seja, gastar meus créditos fazendo uma ligação inútil) para o sistema desbloquear minha linha. Porque o rapaz do dia anterior não me disse nada? Me fez perder o meu tempo com essa bobagem.

Após ligar, passando um trote em minha esposa, fiz os procedimentos para ativação da Internet via SMS e... nada! A mensagem de confirmação final nunca vinha. Liguei para o atendimento da Tim e expliquei tudo novamente. A menina do outro lado da linha disse que podia ser uma lentidão da rede e que era para aguardar 24 horas. Se eu estivesse precisando da Internet naquele momento, quer dizer que eu deveria ter previsto isso no passado e ativando antes? Esse serviço é para ser imediato, na hora, on-line. Nada de esperar "x" horas para funcionar.

No dia 27 de abril, liguei novamente pois tinha se passado mais de 48 horas e a mensagem de confirmação não havia chegado. Após passar por quatro atendentes, a moça consultou até a alma do sistema de atendimento e descobriu que minha linha não estava localizando os meus créditos de recarga. E pior, os créditos estavam sumindo e nada de serviço funcionar. Ela me disse que não sabia mais o que fazer e iria abrir um chamado para o suporte de último nível. Prazo: cinco dias úteis para uma resposta.

Finalmente, no dia 30 de abril, me ligam para dar a resposta de que eu já poderia utilizar o serviço. Mas os créditos não seriam restituídos pois a Tim cobra por cada SMS enviado, até mesmo para ativação de serviços. Que covardia! Fui assaltado pela operadora Tim em plena luz do dia! Fiz os procedimentos com os poucos créditos que sobraram e consegui finalmente acessar a Internet via o plano pré-pago da Tim depois de esperar 4 horas pela confirmação. Sim! Quatro horas se passaram para que eu conseguisse autorização para acessar a Internet.

Conclusão: se eu quiser acessar Internet agora com o meu modem 3G e meu chip pré-pago da Tim, terei que fazer outra recarga pois só me sobraram R$ 0,89 de créditos, e prever que eu usarei o serviço daqui a algumas horas para começar a enviar o SMS solicitando o serviço.

Só não estou mais revoltado com a situação porque meu uso com essa Internet é ocasional. Para o meu uso constante eu tenho GVT e estou satisfeitíssimo.

quarta-feira, 15 de abril de 2009

GVT vai à Justiça e denuncia a Oi por práticas anticompetitivas

Essa é uma notícia que eu acho que merece divulgação e destaque, visando promover a livre concorrência no mercado.

Fonte: Convergência Digital

"Uma concorrência pra lá de acirrada virou confronto direto entre a GVT e a Oi, com direito a boletins de ocorrência e pelo menos três processos, dois na Justiça Federal e um na Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). A GVT acusa a Oi de conduta anticompetitiva, com medidas que passam pelo corte de cabos telefônicos a interferência no processo de transferência de clientes a partir da portabilidade numérica.

Segundo a GVT, a Oi seria responsável pelo corte de cabos telefônicos em edifícios, registrando cinco casos em Salvador (BA) e um no Distrito Federal. Em nota, a GVT diz que “após devidamente flagrado, o Grupo Oi assumiu a responsabilidade pelo corte proposital de cabos em Salvador e numa cidade Satélite do Distrito Federal”.

(...)

A GVT também afirma ter registrado três mil ligações originadas do call center da Oi, no que chama de "fraude no processo de portabilidade numérica", descoberta a partir de ligações telefônicas feitas para o call center da GVT, com pedidos de cancelamento do serviço que permite ao consumidor trocar de operadora e manter o número do telefone, a partir das centrais de atendimento do Grupo Oi localizadas em Niterói (RJ), Fortaleza (CE), Goiânia (GO) e Curitiba (PR).

De acordo com a GVT, atendentes do Grupo Oi simulavam ser os usuários da Oi ou Brasil Telecom solicitando o cancelamento da portabilidade que “por vezes chegaram a ser desmascarados pelos atendentes da GVT antes do fim da ligação”. Também segundo a nota da GVT, “o Grupo Oi manifestou-se oficialmente reconhecendo a realização das ligações e a Anatel emitiu circular reiterando a proibição da prática executada por atendentes do Grupo Oi”.

(...)

A GVT apresentou ainda à Anatel, suspeitas em relação a problemas técnicos. Na nota, a empresa afirma que “identificou no último ano um número fora do normal de defeitos nos elementos de rede de telecomunicações disponibilizados pelo Grupo Oi a GVT. Evidências demonstrando que o volume de defeitos é muito superior ao registrado historicamente e superior ao verificado em outras concessionárias com as quais a GVT mantém contratos”.

(...)"

sexta-feira, 13 de março de 2009

Morte ao IE6

Resolvi aderir à campanha "Morte ao IE6" do iMasters!

Nós, desenvolvedores web, perdemos muito tempo tentando ajustar os códigos HTML para que sejam exibidos corretamente em navegadores desatualizados, sem suporte às tecnologias e funcionalidades mais atuais. O Internet Explorer 6 - lançado em 2001 - ainda participa de 34% do mercado de navegadores. Temos que retirar esse programa do acesso à Internet.

Assim, quem acessar o meu blog comum navegador desatualizado verá uma barra no topo da página pedindo para que a atualização seja feita. A barra só aparece para quem tem navegador antigo, não interferindo em quem já tem o seu navegador atualizado.

Em tempo, pegue a sua versão mais recente do Firefox aqui. É um ótimo navegador de Internet.

terça-feira, 12 de agosto de 2008

Artigo na JavaMagazine

Eis que é publicado o meu primeiro artigo na revista JavaMagazine, edição 60. Para quem não conhece, essa revista é especializada na plataforma Java da qual sou desenvolvedor há mais de cinco anos. Escrevi o artigo em conjunto com Serge Rehem, sobre BeansBinding.

Espero que mais artigos venham no futuro! Bye!

Update (14/09/2005): Veja o artigo em PDF disponibilizado no 4Shared.

sexta-feira, 25 de janeiro de 2008

Lente de contato futurista

Pesquisadores da Universidade de Washington, Estados Unidos, criaram um protótipo de lente de contato que permite exibir imagens sobrepostas à visão de uma pessoa, inserindo-a numa espécie de realidade virtual.

Ao colocar as lentes de contato especiais, o usuário poderá ganhar uma série de "poderes" como jogar num campo virtual, ver a velocidade atual no momento que estiver dirigindo, e navegar na Internet sem precisar de um monitor de vídeo.

Para o desenvolvimento, os pesquisadores utilizaram técnicas especiais de produção microscópica e materiais que não fossem nocivos à estrutura do globo ocular. Os testes foram feitos em coelhos de laboratório. “O ideal é que colocar ou remover essas lentes seja tão fácil quanto é com as tradicionais”, afirmou um dos pesquisadores.

Agora eu pergunto: eles inventaram o colírio anti-vírus também? Porque vamos precisar...


Fonte: Globo G1 (http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/0,,MUL272608-6174,00-LENTE+DE+CONTATO+FUTURISTA+INSERE+USUARIO+EM+REALIDADE+VIRTUAL.html)

quinta-feira, 29 de novembro de 2007

Horns Rev

Imagem do parque eólico Horns RevEsta imagem que vocês estão vendo acima é uma vista do Horns Rev Wind Farm, o maior parque eólico do mundo. Fica no Mar do Norte na Dinamarca, a mais ou menos 20 km da costa, e é parte do projeto de redução de poluição desse país. As turbinas deste parque eólico geram 160 MW de eletricidade desde 2002, quando foi inaugurado, e tem previsão de chegar a 4000 MW em 2030, quando estiver plenamente concluído.

Visão aérea do parque eólicoA energia eólica é uma alternativa limpa para a geração de eletricidade, por ser não-poluente e infinita. Historicamente, a geração de energia eólica sempre foi feita em terra. Uma das dificuldades neste tipo de energia é encontrar uma região que sopre ventos regulares e fortes para manter a geração de eletricidade constante e de qualidade. Em áreas do mar, próximo à costa, os ventos possuem essas características e os engenheiros perceberam que isso seria bom para a geração deste tipo de energia.

Cada turbina é composta de uma hélice de 80 metros de diâmetro, colocadas a 70 metros de altura, pesando 439 toneladas. Elas estão afundadas a 14 metros sob a água e distam entre si de 560 metros. A área total do parque é de 20 km² e custou 270 milhões de euros.

Detalhes da estrutura interna de uma turbina

Com o tamanho da costa brasileira, dava pra fazer vários parques desse e esquecer o projeto de energia termo-nuclear que nosso país quer implantar nos próximos anos. E com um custo bem parecido!

domingo, 25 de novembro de 2007

Voltando aos tempos dos bons computadores

Imagem do Gradiente MSX Expert
Quando eu iniciei meu primeiro contato com um computador, foi um Gradiente MSX Expert que meu tio Carlos me deu quando eu tinha aproximadamente 10 anos de idade.

Este computador tinha um incrível processador Z80-A de 8 bits, clock de 3,58 MHz, 64 KB de memória RAM (expansível até 256 KB), dois slots para cartucho ROM, e saídas para monitor de TV e leitor de fitas K7. Tinha também 32 KB de memória ROM, na qual estavam instalados o sistema operacional e o interpretador MSX-BASIC.

O concorrente da época para o MSX era o Hotbit, da Sharp. Ambos possuiam as mesmas características, diferindo apenas em pequenos detalhes de design e slots.

Eu me desfiz deste MSX pouco tempo depois que entrei na faculdade, quando outro tio me deu um 486 DX2 como parte de pagamento de um favor que meu pai fez para ele. Quando eu vi a diferença entre usar o Windows com um mouse e ficar digitando comandos no teclado (o MSX nem tinha mouse), nem pensei duas vezes.

Para resgatar parte da nostalgia daqueles tempos, achei na Internet algumas fotos da época. Vou tentar explicá-las à medida que serão apresentadas. Passe o mouse em cima delas e um texto alternativo descreverá o que cada uma exibe. Clicando em cima, você ampliará a foto.

Uma secretária, de sainha, opera uma estação de trabalho no escritório.
Operadores de mainframe trabalhando. Observe o cara ao fundo trocando as fitas magnéticas de dados.
Outra secretária, mais comportada, operando um microcomputador mais moderno.


Crianças, numa escola americana, usando um microcomputador muito parecido com o Hotbit. Observe que o vídeo é mostrado numa televisão.

Esta foto apareceu na revista MSX que era publicada na época. Era parte de um anúncio publicitário do Hotbit. Observe o tamanho do Hotbit sendo transportado pelo rapaz. Observe também o aparelho de fitas K7 usado para ler e armazenar informações gravadas nas fitas magnéticas.

A secretária exibindo um disquete de 5 1/4 '', novidade na época e alternativa às fitas K7. Era a tecnologia avançando em benefício das grandes empresas.
Alunos de uma faculdade de informática, provavelmente tendo aula de linguagem Fortran ou Pascal.

domingo, 11 de novembro de 2007

TV Digital

Lixo na TV
A vantagem da TV Digital é que agora todo o lixo que passam nela poderá ser visto com mais nitidez e, quem sabe, com interatividade.

domingo, 4 de novembro de 2007

Notebook novo

Imagem do notebook
Este é o meu primeiro post feito diretamente do meu notebook novo. Comprei, direto da fábrica, um Semp Toshiba IS1522 bem baratinho, com um desconto de 31% sobre o preço anunciado no site. Para baratear mais ainda o preço do notebook, pedi ao gerente da fábrica que me vendesse ele sem sistema operacional e sem softwares adicionais.

Como ele veio sem nada, tive que arranjar um S.O. para colocar nele. Para minha sorte, a faculdade na qual estou fazendo pós-graduação tem um convênio com a Microsoft e fornece cópias legais do Windows Vista e XP. Fiz uma cópia do Windows Vista e parti para instalar no notebook novo.
Para minha surpresa, em menos de meia hora estava com tudo funcionando, mas com o vídeo muito ruim e com o Gerenciador de Dispositivos acusando que a rede sem fio estava instalada incorretamente. Percebi também que a rolagem lateral do touch pad não estava funcionando.

A fábrica mandou um CD com drivers para o notebook. Fui atualizá-los mas depois de tantos erros percebi que os drivers eram para Windows XP. Então, conectei ao Velox pela placa de rede que estava funcionando e fui em busca de baixar os drivers compatíveis. Consegui encontrá-los num site legalzinho e quando instalei-os tudo voltou a funcionar perfeitamente bem. Apenas a rede sem fio que está dando uns erros quando estou transferindo arquivos com o notebook de Rosinha. Depois eu procuro um driver mais recente para atualizar.

Minhas primeiras impressões com o Windows Vista é de que o sistema está muito confortável de se usar. Para tudo, a Microsoft deixou explicações, tutoriais e ajudas on-line. Isso ajuda muito quando não se tem muita experiência com o sistema. O que não puder ser encontrado nos arquivos internos de ajuda, o Vista remete você para um site na Internet que registra troca de experiências com outros usuários para tentar resolver o seu problema.
A segurança também está mais elevada. Para fazer tarefas que podem modificar o sistema, o Vista fica perguntando a todo momento se deseja realmente autorizar o andamento da tarefa. Para quem não gosta desse entrave - que eu considerei como muito bom - pode desabilitar no registro do Windows. Essa característica é muito parecida com a forma de trabalho no Linux.

Agora, deixe-me ir aqui curtir mais meu brinquedo novo porque ainda tem tanta coisa a explorar com ele. Fui!

sábado, 20 de outubro de 2007

Microsoft cria versão minimalista do Windows

Imagem de uma tela do MinWin
Conhecido como MinWin, o sistema tem apenas 25 MB, contra 4 GB do Windows Vista. A expectativa é que o MinWin seja usado como base para o Windows 7, o sucessor do Vista, previsto inicialmente para 2010.


O MinWin é parte de um esforço que a Microsoft vem fazendo na tentativa de chegar a um sistema operacional de manutenção mais fácil. Com mais de 5 mil arquivos, o Windows Vista ocupa 4 GB no disco. Além de o sistema operacional ser pesado para o micro, sua manutenção é cara e complexa, o que também aumenta as chances de ocorrência de falhas. Parte das reclamações de usuários sobre a lentidão do Vista vêm daí.


O MinWin foi apresentado recentemente por Eric Taut, engenheiro sênior da Microsoft, numa palestra na universidade de Illinois, nos Estados Unidos. Há um vídeo da apresentação disponível no site da universidade. Nele, depois de falar bastante sobre virtualização, o tema principal da palestra, Taut mostra o MiniWin rodando. Como o software não inclui um subsistema gráfico, a tela inicial mostra o logotipo do Windows formado por caracteres alfanuméricos. O sistema ocupa apenas 4 MB de memória e inclui um servidor web simples.


Taut diz que o MinWin é para uso interno apenas. Ele não vai virar produto. Mas pode ser a base para o futuro Windows 7. Ele reconhece que o Vista está pesado e complicado demais. Considerando que ele comanda um grupo de 200 programadores na Microsoft, isso é uma boa notícia. Pode indicar uma mudança na estratégia de desenvolvimento da Microsoft. Da mesma forma que a segurança passou a ter uma prioridade maior para a empresa nos últimos anos, preocupações com a complexidade excessiva do sistema poderão ser levadas em conta no futuro. O Windows Server 2008 deverá ter, em sua configuração mínima, cerca de 1,5 GB. Já é um avanço em comparação com os 4 GB do Vista.


Fonte: Copiado do blog do Maurício Grego.

segunda-feira, 1 de outubro de 2007

MS-Powerpoint X G-Presentation

A empresa americana Google adicionou recentemente à sua suíte de escritório on-line uma ferramenta de criação de apresentações. É uma opção à popular suíte da empresa Microsoft, chamada Office. A Google Presentation, nome da nova ferramenta, vem para somar forças com as já conhecidas Google Docs e Google Spreadsheets. O endereço para acesso à suíte é http://docs.google.com/. Aproveitando, darei algumas dicas de como se deve fazer uma apresentação de slides.

Antes de tudo, organize suas idéias antes de começar a criar os slides. Divida tudo em início, meio e fim, de modo que exista um raciocínio lógico implícito no texto. Calcule o tempo da apresentação e distribua-o por estas partes, para não provocar correria e confusão.

Na hora de preparar os slides, escolha uma fonte de texto adequada. Evite as fontes serifadas, ou seja, aquelas em que as curvas das letras possuem espessuras variadas.

Redija seu texto de forma clara e concisa. Longos textos irão induzir você a ler durante a apresentação e isso pode dar a sensação de que o apresentador não conhece o assunto. Se a platéia tivesse que ler a apresentação então seria melhor enviar o texto por e-mail do que apresentá-lo.

Use imagens para ilustrar a idéia que está sendo mostrada. Como já diz o ditado: "uma imagem vale mais do que mil palavras". Porém, use-as com parcimônia, sem abusos.

Elabore slides limpos. Cores excessivas, texturas e efeitos de transição, ao contrário do que se pensa, pode roubar a cena e prejudicar a performance da sua apresentação. Esses recursos só devem ser usados em determinadas situações e não em todos os slides.

Por fim, depois de organizar e preparar todo o conteúdo, realize uma apresentação de teste com alguém que não participou da elaboração. Assim, é possível avaliar o tempo da apresentação e a clareza do conteúdo a ser apresentado.

Como última dica, lembro a todos que é muito importante a correção do texto que será exibido, tanto ortograficamente quanto gramaticalmente. Isso é importante para garantir que seu texto esteja impecavelmente bem escrito e não cause vergonha ao apresentador.

sábado, 25 de agosto de 2007

Iphone

Foto do Iphone em quatro perfis diferentes
É interessante como algumas pessoas deixam-se contaminar pela propaganda e pelo apelo comercial. O caso mais recente de "alucinação comercial" é o Iphone.

O Iphone é um produto da Apple fabricado para operar com a empresa de telefonia americana AT&T, sem previsão de funcionar com outras operadoras de telefonia tanto nos EUA como no mundo todo. As duas empresas dividirão todos os lucros da "venda casada".

Várias pessoas fizeram de tudo para serem as primeiras a comprar o produto. Patético! Nas primeiras semanas vários aparelhos quebraram e usuários ficaram insatisfeitos com algumas restrições de uso do aparelho. Após as semanas iniciais, as notícias sobre o Iphone correram a Internet e as vendas caíram drasticamente, refletindo em queda das ações da Apple na Bolsa de Valores americana. Parece que essas pessoas não conheciam a máxima da tecnologia que diz: "quando um produto tecnológico é lançado no mercado, você não deve ser o primeiro a adquirí-lo e nem deve ser o último a comprá-lo". Ou seja, espere outros otários (sim, eles sempre existem) testarem o produto para você e, quando o preço baixar (sim, o preço sempre cai) você compra a versão mais estável.

Esta semana, alguns clientes receberam a sua conta em casa por utilizarem o Iphone. Dentro de uma das caixas postais estava uma conta de mais de 300 páginas de detalhes sobre chamadas, mensagens eletrônicas e navegação na Internet, realizadas através do uso do aparelho. A cliente publicou no YouTube um vídeo mostrando a sua conta telefônica.

Reflitam comigo! A AT&T gastou US$ 7,10 de taxas de postagem para enviar a conta, ajudou a cortar pelo menos umas 10 árvores para enviar uma única conta que custou para a cliente US$ 136,00 (informações da própria cliente). Isso está certo? Ninguém da administração financeira da empresa previu que isso gera prejuízo para a empresa e para o meio ambiente? Ninguém da empresa ouviu falar em conta eletrônica, visto que todos os usuários do Iphone têm acesso à internet?

A empresa corrigiu a sua falha esta semana, enviando mensagens eletrônicas a todos os clientes e dizendo que, a partir de agora, passará a enviar a conta resumida pelos correios e a detalhada ficará à disposição dos clientes em seu site. Agora sim! Aleluia!

Falem o que quiser mas eu ainda continuo preferindo ter um notebook para acessar a internet, um celular para falar e uma câmera digital para tirar fotografias, e não tudo numa coisa só. Sai até mais barato ter cada um separado porque o ladrão nem sempre leva os três ao mesmo tempo, ou quando um quebrar basta trocar o defeituoso e não o conjunto todo.

sábado, 11 de agosto de 2007

A bolha do Second Life

Há algumas horas atrás, li uma matéria no site da revista Época sobre o início da falta de interesse pelo Second Life. O texto expõe o abandono de cerca de 85% das pessoas que tinham conta no serviço da Linden Labs. Essas pessoas não se conectam ao site há um mês ou mais, a economia do mundo virtual tem sofrido recessão, e o site foi eleito com um dos piores de 2007 pela revista Time devido às restrições de tecnologia.

Quando eu ouvi falar pela primeira vez no Second Life, procurei por mais informações na internet e descobri que precisaria usar o serviço para ver se realmente a sua fama procedia. Após me cadastrar, baixar o software e instalá-lo, não consegui entrar no serviço porque meu computador não quis executar o software. Minha configuração de hardware não é tão ruim mas também não dá pra executar softwares pesados nele por causa do vídeo on-board. Sendo assim, eu fui um dos que ficaram de fora da "onda".

Mais tarde, lendo sobre o assunto nos portais de tecnologia, descobri que muita gente estava com o mesmo problema que eu e não estavam acessando o Second Life. Como é que a empresa Linden Labs espera que as pessoas usem o serviço se suas máquinas possuem, em geral, configurações de três ou quatro anos atrás? O programa do Second Life é para máquinas mais atuais que tenham um bom hardware de vídeo.

Além disso, para quem conseguiu entrar e ver como funciona o site, decepcionou-se com restrições como não poder ter mais de 70 pessoas no mesmo local ao mesmo tempo e lentidão em alguns locais dentro do mundo virtual mesmo tendo conexão de banda larga. No Brasil, nem a metade dos internautas possui conexão de banda larga, a maioria ainda é conexão discada.

Algumas empresas grandes investiram milhões de dólares para compras as ditas "ilhas" no site. Essas ilhas funcionam como cidades e nelas o dono pode alugar ou vender espaços e construir qualquer tipo de coisa. Das empresas existentes no Second Life, destacam-se a NBA com 1200 acessos diários e a IBM, que usa o serviço para reuniões virtuais entre membros de seu staff.

É evidente que cedo ou mais tarde, se não mudasse a tecnologia do site, as pessoas o abandonariam. O Second Life está repetindo o que aconteceu há anos atrás com as ações das empresas de internet na Bolsa de Valores de New York. Muita gente apostou e teve prejuízos quando o que parecia ser rentável mostrou-se uma grande mentira. Eu não apostaria no Second Life, mas concordo que a internet do jeito que está hoje não apresenta mais nenhuma novidade ou ganho pessoal aos seus internautas. A idéia do Second Life é boa, só precisa ser mais acessível.

ATUALIZAÇÃO DE 18/08/2007 ÀS 21:03: Outra reportagem da Globo.com neste link menciona o mesmo assunto desse post.

terça-feira, 31 de julho de 2007

Novas tecnologias para interfaces web

A interatividade da interface de um aplicativo web é constantemente comparada com a dos aplicativos desktop, onde o desenvolvedor de sistemas pode elaborar interfaces complexas que suprem a expectativa do usuário com facilidade de implementação. Entretanto, existem as desvantagens da necessidade de instalação no computador do usuário e das atualizações sazonais para manter o produto fiel ao seu propósito. Por utilizar como elemento principal de interface a linguagem HTML, o software web apenas necessita de um navegador de páginas HTML (browser). Todavia, existe a desvantagem de que esta linguagem não foi originalmente concebida para concorrer com um software desktop, apresentando limitações de interatividade. Por conta disso, novas tecnologias surgem com o intuito de melhorar a interatividade das interfaces web.

Inicialmente, as tentativas de expansão do modelo síncrono de pedido e resposta das aplicações web passaram pelas tecnologias conhecidas como iframes e Java applets. Estas não se mostraram suficientes para trazer a interatividade desejada e novas tecnologias tiveram de ser criadas. Hoje, experimentamos o que está sendo comercialmente chamado de “Web 2.0”, ou seja, a web como plataforma de serviços e com a colaboração do usuário. Essa nova web baseia-se essencialmente num modelo assíncrono de pedido e resposta, o que a traz mais próxima da interatividade das interfaces desktop.

As novas tecnologias de interface web formam um conjunto chamado de Rich Internet Application (RIA), e concentram-se essencialmente na camada de apresentação, oferecendo suporte para comunicação com a camada imediatamente inferior (a camada de negócio). Nesse ínterim, destacam-se as seguintes tecnologias: AJAX, Flash, Silverlight, Flex e JavaFX.

AJAX (Asynchronous Javascript And XML) está mais próximo de um conceito do que uma tecnologia em si. Ele propõe uma forma de trazer mais interatividade com o usuário através de controles de interface já existentes na linguagem HTML. Suas principais características são a comunicação assíncrona entre a interface cliente e o servidor de aplicações e o fluxo de processamento, baseado nos dados trafegados na rede. Ele usa a linguagem Javascript para apoiar a codificação da interface, através do objeto XMLHTTPRequest (padronizado pela W3C para estar presente nos browsers) ou do controle ActiveX MSXML (se estivermos tratando dos browsers Microsoft Internet Explorer 5 e 6). Toda informação trocada entre as camadas de interface e negócio é feita através da XML. A desvantagem do AJAX está na baixa produtividade de codificação, o que está sendo minimizado com o aparecimento de API's e frameworks com suporte a essa tecnologia.

Flash é uma tecnologia desenvolvida pela empresa americana Macromedia, recentemente adquirida pela também americana Adobe. Ele destaca-se principalmente pela sua capacidade gráfica para melhorar a interatividade dos controles de interface com o usuário. Para codificar, faz-se uso da linguagem Actionscript (versões 1.0 e 2.0) em conjunto com os controles de interface. Entretanto, com essa tecnologia a comunicação com a camada de negócios é feita através da troca síncrona de mensagens entre a interface cliente e o servidor de aplicações. Outra desvantagem é que o usuário precisa ter instalado em seu browser um plug-in para conseguir executar a interface.

Lançado para concorrer com o Flash, o Silverlight foi anunciado recentemente pela empresa americana Microsoft. Integrante do Windows Presentation Foundation (WPF) – a API gráfica do sistema operacional Windows Vista – ele ainda é uma versão beta e está sendo avaliado pela comunidade de desenvolvedores. É focado basicamente em transmissão multimídia e pode utilizar diversas linguagens de apoio à codificação como .NET e Javascript.

Para resolver alguns dos problemas encontrados no Flash, a Adobe lançou há pouco tempo uma outra tecnologia: Flex. Ela traz a linguagem MXML como um dos seus pilares de apoio, similar a HTML e baseado na XML, além da linguagem Actionscript 3.0, uma implementação baseada no padrão ECMA Script, orientada a objetos, e com API's para desenho, comunicação, manipulação de gráficos e multimídia. O código gerado pela tecnologia Flex é compilado em formato SWF e interpretado em qualquer browser que já possua o plug-in Flash Player instalado.

Por fim, para não ficar atrás na concorrência das tecnologias RIA, a empresa americana Sun lançou a JavaFX. Ainda em sua versão beta, ela subdivide-se em JavaFX Script, similar ao Flex e baseada na linguagem Java, e JavaFX Mobile, voltada para dispositivos móveis e similar à API gráfica Swing da própria plataforma Java. O código implementado em JavaFX é compilado em bytecodes Java e interpretado em qualquer Java Virtual Machine (JVM). Por ser baseada na plataforma Java, essa tecnologia compatibiliza-se com diversos equipamentos hoje no mercado que possuem internamente suporte ao Java.

As tentativas de melhoria na interatividade das interfaces web esbarram nas limitações dos browsers, e por isso é necessário ampliar as funcionalidades dos mesmos adicionando elementos extras para dar suporte às tecnologias que surgem. Os benefícios para a interatividade do usuário com o sistema podem ser muito maiores com o uso destas tecnologias e num futuro próximo teremos interfaces mais ricas e mais próximas do que conseguimos realizar no ambiente desktop.